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Welcome to EvanilzaOnLine
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A
história se conta por relatos. Os conhecimentos
passam, de pessoa a pessoa, e viajam através
do tempo e do espaço, disseminando a cultura
de geração em geração.
Os antigos navegantes nos legaram um universo
de experiências e informações,
hoje muito mais rápidas através
da internet. O tempo voou e os astronautas, pelos
meios mais sofisticados de comunicação,
digitam diários de viagem nos compartimentos
de suas espaçonaves.
Nos dias de hoje, muitos voluntários constroem
parte da história, ao compartilhar vivências
a bordo de tantos veículos diferentes.
As trilhas, na construção de um
futuro socialmente justo e solidário, necessitam
de gente. Gente que se inclui, gente que se faz
cada vez mais essencial. Muita gente! Gente como
você, que nos ajuda a edificar, tijolo a
tijolo, uma gestão fortemente direcionada
para pessoas e que não nega a quem sonha
o direito de realizar.
(Luiz O.S.Moreira de Souza)
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Resgatando
a Cidadania |
Crianças
desamparadas enquanto os pais trabalhavam. Meninos
e meninas pedindo dinheiro nas ruas. Essa era
a realidade de Mairi, município do semi-árido
da Bahia até 1994. A situação
começou a mudar quando a Associação
Beneficente Nossa Senhora das Dores criou o projeto
Resgatando a Cidadania. "Constatamos que
os pais não tinham com quem deixar os filhos
e organizamos um berçário. Com o
crescimento das crianças ampliamos nosso
trabalho e, de um pequeno berçário
com 10 crianças de até 2 anos, passamos
para uma creche de 0 a 6 anos que hoje acolhe
144 filhos de garis, lavradores, empregadas domésticas
e até desempregados. Já não
vemos mais crianças 'pedintes' pelas ruas
da cidade", comenta Normeide Carneiro, funcionária
da agência do Banco do Brasil de Mairi há
24 anos e presidente da associação.
Para evitar que as crianças ficassem nas
ruas ao deixarem a creche, o projeto continuou
a ampliar as atividades e a acompanhar o crescimento
da garotada. "Sentimos a necessidade de fazer
algo para não deixá-las na rua.
Criamos as aulas de reforço escolar e as
escolinhas de futebol e de música para
livrar as crianças entre 6 e 14 anos dos
riscos sociais da faixa etária, como drogas,
prostituição e roubos", explica.
Aos adultos são oferecidos cursos de alfabetização
e a possibilidade de construção
de cisternas nas casas onde não há
água encanada. "No decorrer do trabalho
visitamos as famílias e enumeramos suas
necessidades. Muitos não têm casas
ou vivem de forma subumana. Nesses dez anos de
atividades, buscamos recursos e construímos
23 casas, 100 cisternas, 42 banheiros e distribuímos
filtros, colchões e cobertores. Também
oferecemos alfabetização de adultos
numa comunidade rural e em duas sedes no município".
Segundo Carneiro, no município não
há indústrias e fontes geradoras
de renda. A grave situação econômica
da região é atenuada quando chove
e os fazendeiros recrutam mão-de-obra para
cuidar da terra. "Durante a maior parte do
ano a população fica sem ter o que
fazer para ganhar seu sustento. Os sinais mais
visíveis deste problema são a mortalidade
infantil elevada, a fome e a desnutrição,
que deixa seqüelas para o resto da vida",
observa.
A Associação Beneficente Nossa Senhora
das Dores, formada por 15 membros, recebe o apoio
de voluntárias nos trabalhos da creche,
de 80 sócios que colaboram com quantias
mensais, além de pessoas que fazem doações
freqüentemente.
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Comitê de Cidadania de Salvador |
Desenvolver
projetos sociais e promover a participação
de todos na resolução dos problemas
da sociedade é o princípio do Comitê
de Cidadania de Salvador, formado por cerca de
800 funcionários do Banco do Brasil da
capital baiana. "Transmitimos o espírito
de solidariedade, companheirismo, ética
e transformação social aos colegas
do banco e à comunidade", afirma Israel
Vieira, 53 anos, funcionário do Núcleo
de Apoio ao Cadastramento do Banco do Brasil,
idealizador e presidente do grupo.
A promoção de cursos profissionalizantes
é a principal forma de atuação
do grupo. Jovens e adultos são capacitados
para desempenhar atividades ligadas à costura,
à culinária e à panificação.
"Quando criei o comitê em 1993, o objetivo
era combater a fome, mas, ao longo do tempo, decidimos
participar mais ativamente na distribuição
de renda. Começamos então a preparar
as famílias para ganharem seu próprio
sustento", lembra Vieira.
As aulas de panificação acontecem
na padaria comunitária. Os participantes
aprendem a produzir, embalar e vender o produto.
Diariamente, mil pães produzidos na padaria
são doados a creches, asilos e orfanatos
de 20 comunidades carentes de Salvador. O restante
da fabricação é vendido nas
agências e o valor arrecadado é revertido
para outras atividades do comitê. "As
pessoas compram sabendo que estão ajudando.
Isso prova que nosso objetivo está sendo
alcançado", diz.
Segundo Vieira, o papel utilizado nas agências
e unidades do Banco do Brasil da capital baiana
é outra fonte de renda. "Todo o papel
que vai para o lixo é separado para reciclagem
e vendido. O que arrecadamos é usado para
pagar os professores dos cursos e arcar com os
custos das aulas", explica. Os funcionários
voluntários também colaboram financeiramente
com os projetos. "Com as doações
dos colegas compramos cestas básicas para
creches, asilos e orfanatos", conta.
Vieira, que há 25 anos trabalha no Banco
do Brasil, comemora os resultados. "Estamos
tirando muitas pessoas do estado de inércia
e fazendo com que participem socialmente. Se multiplicarmos
a semente que estamos plantando mudaremos hoje
a comunidade, amanhã o bairro, depois a
cidade, o estado e o país", finaliza.
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Lagoa
Viva |
Inclusão
social de comunidades carentes e portadores de
deficiências físicas por meio de
programas de geração de renda, educação
e acesso a recursos digitais estão entre
os objetivos centrais do Projeto Lagoa Viva. "Conduzimos
ações de educação,
formação profissional, assistência
social, ecologia (reciclagem do lixo e reflorestamento
de encostas), produção de alimentos
orgânicos (pães, mel, melado, rapaduras,
açúcar mascavo, biscoitos, doces
e sucos) e culturas de subsistência",
afirma Leonel Wagner, coordenador da organização
e funcionário da gerência de logística
do Banco do Brasil em Porto Alegre, no Rio Grande
do Sul.
O projeto, idealizado por Wagner em 1999, surgiu
com o fechamento da indústria de refinamento
de açúcar e produção
de álcool de Osório, município
do litoral norte gaúcho. "As ações
são implementadas no litoral norte e na
serra litorânea, hoje a região mais
empobrecida do estado", explica.
No âmbito da geração de renda,
a organização não-governamental
adquire e disponibiliza os equipamentos necessários
para os assistidos da zona rural produzirem alimentos,
artesanato, produtos típicos da região
e ainda viabiliza a abertura do mercado para a
produção. "Buscamos despertar
na comunidade suas próprias vocações,
auxiliando-os nos estudos de viabilidade, cálculos
de custos e margens de lucro, formas de comercialização
e abertura de mercados. Não doamos o bem
final, cedemos os bens de produção.
Queremos gerar renda. Não queremos ser
clientelistas", diz.
Hoje, o projeto beneficia 60 famílias,
mas o objetivo é atender 300 famílias
até 2007. "Com estas ações
beneficiamos ex-funcionários, ex-fornecedores
da agroindústria e seus familiares. Implementamos
idéias que atendam as necessidades das
famílias que com o fechamento da indústria
ficaram marginalizadas", enfatiza.
Com o Programa de Inclusão Digital, foram
implementadas quatro estações digitais,
espaço físico onde crianças,
jovens e adultos carentes da periferia urbana
e da zona rural participam de cursos de informática
e acessam à internet. "Acreditamos
que o acesso à informação
é fundamental para a construção
do conhecimento, participação em
sociedade e ampliação de oportunidades
de trabalho, por isso, disponibilizamos essa importante
ferramenta para as comunidades", afirma Wagner.
Para colocar em prática os diversos programas,
a ONG, formada por funcionários da gerência
de logística e pelo gerente da agência
do Banco do Brasil de Santo Amaro da Patrulha,
conta com apoio de estudantes, professores, portadores
de necessidades especiais, industriários,
funcionários públicos, agricultores,
comerciários, aposentados, caminhoneiros,
pequenos empresários, artesãos e
pescadores. "É nossa bandeira buscar
melhores condições de vida para
essas comunidades. Para impulsionar e o atingir
esse objetivo continuaremos na busca de mais voluntários,
aliando ações práticas à
sensibilização da população,
de políticos, autoridades constituídas
e instituições públicas e
privadas", finaliza.
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Famílias
que moram em barracos de papelão ou lona
já deixam de ser realidade em Ribeira do
Pombal, no polígono das secas baiano. Isso
porque, desde 1995, o Projeto Casa João-de-Barro,
que conta com o apoio voluntário de funcionários
do Banco do Brasil, constrói moradias populares
para quem vive em situação de extrema
pobreza. "Ribeira do Pombal é um município
muito pobre e com baixo Índice de Desenvolvimento
Humano (IDH). A gente observava que existiam muitas
famílias morando em barracos de lona preta,
de papelão e até de palha. Hoje
muitas famílias que não tinham nenhuma
expectativa têm residência digna e
conseqüentemente a elevação
da auto-estima", reforça Gandhi Almeida,
responsável pelo projeto.
Os
recursos para a construção das moradias
provêm de contribuições dos
voluntários. Entre os funcionários
do Banco do Brasil mais empenhados em mobilizar
recursos para o projeto está Graça
Costa, 45 anos, da agência de Ribeira do
Pombal. "Os responsáveis pelo projeto
retrataram a situação difícil
das famílias e conseguiram sensibilizar
os funcionários. A iniciativa contribui
para resolver o problema da moradia na nossa região,
que é muito carente e sofre com a seca",
afirma. Graça Costa, há 23 anos
no Banco do Brasil, colabora com o projeto há
cerca de 4 anos. A cada mês, ela arrecada
doações em sua agência e remete
ao Casa João-de-Barro. "Sempre procuro
ajudar pessoas carentes. É maravilhoso
poder ajudar quem precisa. No dia em que se faz
um ato de caridade, ganha-se o dia", avalia.
Quando
começou em 1993, o Casa João-de-Barro
consistia em doar cadeiras de rodas para deficientes
pobres. "Após um tempo, muitas cadeiras
foram distribuídas em vários municípios
da região. Começamos a ter dificuldades
em encontrar pessoas carentes que precisassem
de uma cadeira, foi quando veio então a
idéia de aproveitar as pessoas do grupo
de doadores e construir uma casa para uma família
sem-teto. A partir daí nunca mais deixamos
de construir uma casa todo mês pelo projeto",
conta Almeida. Já foram construídas
e entregues 134 casas. Os beneficiados são
escolhidos por meio de votação popular
nas rádios locais e no site do projeto.
De
acordo com Gandhi, o objetivo é continuar
a construir casas para as pessoas carentes. "Vamos
continuar construindo moradias para famílias
de baixa renda. Esperamos que no futuro cada família
construa seu próprio lar com a dignidade
do suor do seu rosto", finaliza o responsável
pelo projeto que conquistou o primeiro lugar do
IV Prêmio Cidadania, concedido pela Associação
Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil
em 2005.
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Aposentado
ajuda a desenvolver projetos da ONG
Anjos e Querubins
Resgatar e incluir socialmente crianças
e adolescentes do bairro Getúlio Vargas,
em Pelotas, no Rio Grande do Sul, é o que
pretende a organização não-governamental
Anjos e Querubins. Criada em 2001, por iniciativa
do sindicalista Ben Hur Alves Flores, a ONG recebe
84 meninos e meninas de 6 a 18 anos. A idéia
do projeto é mostrar por meio da arte,
da educação e do esporte que um
futuro melhor é possível para todos,
inclusive para quem vive em situação
de miséria, desestruturação
familiar e violência. "Quando essas
crianças acreditam que se esforçar,
estudar e trabalhar traz bons resultados, elas
mudam suas atitudes e acabam deixando as ruas",
afirma Flores.
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Funcionários
do BB constroem cisternas no semi-árido
mineiro
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A
realidade das famílias castigadas pela
seca na região rural da Chapada Gaúcha,
em Minas Gerais, está mudando graças
a trabalho desenvolvido por funcionários
da Unidade de Contadoria do Banco do Brasil, em
Brasília (DF). A escassez de água
na região, onde chove apenas de dezembro
a março, vem sendo atenuada pelo projeto
Construção de Cisternas, do Comitê
de Voluntariado Contadoria Cidadã. "A
situação dos moradores é
muito difícil. Não só pela
falta de água. Eles são paupérrimos.
A região não tem uma atividade econômica
que favoreça a comunidade. Nem mesmo há
agricultura de subsistência. A maioria da
população vive do cultivo de mandioca
e da extração de frutas típicas
do cerrado", informa Saulo Rodrigues dos
Santos, 47 anos, coordenador do grupo.
Com o sistema adotado, a água das chuvas
é captada no telhado e escoa, por calhas
ou bicas, para o reservatório. Os pedreiros
da região recebem treinamento específico,
maximizando assim a utilização dos
recursos. "Os telhados de algumas casas são
de palha e não suportam o peso do sistema.
Nesses casos temos que construir os telhados também",
acrescenta o coordenador, que há 26 anos
trabalha no BB.
As famílias a serem contempladas são
escolhidas durante a reunião da associação
dos moradores. Cabe aos beneficiados a responsabilidade
de cavar o buraco da cisterna e contratar a mão-de-obra.
É através de doações
e rifas que os membros do comitê arrecadam
recursos para as construções. De
acordo com Saulo, o apoio dos parceiros, como
a prefeitura, que oferece o transporte dos materiais,
está ampliando os resultados. "Conseguimos
construir 30 cisternas só em 2005",
comemora. Desde 2001, foram construídas
49 cisternas, beneficiando 48 famílias
e os 80 alunos da Escola Família Agrícola
de São Francisco - que aplica conhecimentos
de técnicas agrícolas e tratamento
do solo para adolescentes das comunidades do entorno.
"Nossa idéia é construir 87
cisternas. Por isso, neste ano, o trabalho continuará
entre as nossas prioridades", diz Saulo.
Walmir de Oliveira Passos, integrante do Comitê,
conta como tudo começou: "Nasci na
região. Lá chove de dezembro a março,
mas durante o resto do ano é bastante seco.
Estava de férias, quando a presidente da
Associação Comunitária Mãe
Ana pediu ajuda para as famílias que sofrem
com a estiagem. Voltei para Brasília, conversei
com outros colegas do BB e começamos uma
campanha".
A iniciativa dos funcionários da Contadoria,
que promove a melhoria da qualidade da água,
a participação dos sertanejos nas
decisões da Associação, a
redução do êxodo rural e do
número de doenças contraídas
pela utilização de água contaminada,
foi agraciada com o sexto lugar do IV Prêmio
de Cidadania, concedido pela Associação
Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil
(ANABB) em 2005. Além do troféu,
o Contadoria Cidadã recebeu a quantia de
R$ 1.000,00. "O custo de cada cisterna é
de R$ 916,60. A premiação da ANABB
aumentou a nossa visibilidade e, conseqüentemente,
o volume das doações. Com esses
recursos e o dinheiro do prêmio vamos poder
construir mais quatro cisternas", comemora
Passos.
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Voluntários
combatem exclusão social em município
do Rio de Janeiro
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A
Associação Guapiense de Integração
Renovadora (AGIR) foi criada em 1990 com o objetivo
de promover estratégias de superação
das dificuldades que impedem o desenvolvimento
sócio-cultural, educativo e econômico
de famílias negras e pobres de Guapimirim,
no Rio de Janeiro. "Desenvolvemos o potencial
dos jovens e de suas famílias levando em
consideração o reconhecimento da
cidadania e a afirmação da identidade",
afirma Luciana Belém, 34 anos, que trabalha
no setor de atendimento a pessoa jurídica
da agência do Banco do Brasil da Cinelândia,
no centro do Rio.
De acordo com ela, que desde os 17 anos trabalha
com projetos de cidadania e ação
social, no início da década de 90
o município tinha 40 mil habitantes e apenas
duas escolas públicas, condições
precárias nas áreas de cultura,
ensino e qualificação profissional.
A demanda trabalhista era muito maior que a capacidade
de absorção do município
e havia vários problemas na área
de segurança. Guapimirim é considerado
o quarto município mais pobre do estado
do Rio.
Para mudar essa realidade, a associação,
em parceria com o poder público, instituições
como o Banco do Brasil e apoio de voluntários,
promove oficinas, cursos e palestras para a população.
"A geração de renda e a interação
social e familiar são os pontos cruciais
de ação da Agir", diz Belém.
Um dos projetos da associação é
a Oficina dos Sonhos, que promove cursos de maquiagem,
culinária, bijuteria e tratador de piscina,
que desde 2004 formou 50 jovens. Palestras sobre
prevenção de doenças sexualmente
transmissíveis, gravidez na adolescência
e drogas também fazem parte do projeto.
O concurso Beleza Negra é outra iniciativa
da Agir. "Ao longo do ano meninos e meninas
participam de oficinas de maquiagem vestuário
e postura. No final do período, eles confeccionam
roupas e acessórios com características
africanas para participarem do concurso. A idéia
é valorizar o negro e sua identidade",
diz.
Segundo Belém, o objetivo do projeto está
sendo atingido. "É muito difícil
lidar com a dura realidade da população,
mas estamos propondo alternativas. Vamos continuar
o trabalho, aumentar o número de oficinas
e transformar os jovens que estão conosco
em multiplicadores", diz Belém. Para
saber mais e colaborar com a Agir, os contatos
são (21) 8887-1750 e lucianasociologa@hotmail.com.
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A
Task Brasil Trust é uma organização
não governamental (ONG), fundada em 1992,
estabelecida na Inglaterra, sem fins lucrativos.
Funciona em um pequeno escritório em Londres,
supervisionando os projetos implementados no Brasil,
todos voltados para o benefício e o apoio
às vidas e às necessidades de crianças,
adolescentes grávidas e jovens de rua do
Brasil. Com a sua ajuda, poderemos garantir que
essas crianças tenham um teto, recebam
amor, tenham acesso a educacao, saude e esportes
dentre outros. Acima de tudo, tenham as oportunidades
que merecem.
Contate
à Task Brasil
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Projeto
Reviver (Belém - PA)
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A
Associação Projeto Reviver iniciou
seu atendimento em 1993, incentivada pela Campanha
de Combate à Fome e à Miséria,
Pela Vida e Cidadania, sob a liderança
do sociólogo Herbert de souza.
Tel:(91) 3216-4646 Maria de Belém Rodrigues
Dias
Contato: crechebetinho@ig.com.br
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Comitê
de Cidadania dos Funcionários do Banco
Brasil (Porto Alegre - RS)
A
intenção era ajudar algumas entidades
a manterem as crianças longe dos perigos
que a rua oferece. Hoje, são mais de 700
funcionários que doam dinheiro, roupas,
móveis, brinquedos e, sobretudo, participação
e empenho.
Três creches, ampliação e
reformas em outras 18, construção
de um asilo e um prédio para profissionalização
de jovens e adolescentes.
Tel:(51) 3214-7900 Julio Zacolteg
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"O
Pobre de Deus" (Viçosa do Ceará
- CE)
Oiticica,
vila de agricultores do empobrecido Vale do Lambedouro
- distrito de Viçosa do Ceará. Analfabetismo,
êxodo rural, sol causticante, misérias
de toda ordem. Exemplo fiel da árida vida
nordestina. Ano de 1991. Um grupo de idealistas,
encabeçado por funcionários da Agência
Viçosa do Ceará e mais tarde apoiado
por diversos colegas, decidiu fazer algo para
minorar o sofrimento daquela gente. Com este ideário
foi fundado o Centro Espírita "O Pobre
de Deus", cujo nome encerra uma homenagem
a S.Francisco de Assis.
Considerado pelo Ministério da Justiça
uma instituição de utilidade pública
federal.
Tel:(88) 3632-1140 Everaldo Costa
Mupurunga
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Comitê
Verbo Divino (São Paulo - SP) |
O
objetivo é que o surdo conquiste sua cidadania.
O primeiro passo é a informação.
Não bastando apenas informações,
procurando orientar surdos e familiares em vários
aspectos, principalmente sociais (obtenção
de emprego, aposentadoria, treinamentos, educação,
etc), para que na prática os artigos, leis
e o conjunto dessas informações
se transformem em mudança de vida.
Tel:(11)
5180-2799 Jonas Levy Pacheco Vieira
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