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Welcome to EvanilzaOnLine
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Se
você esta a fim de dar um tempo fora do
Brasil faça da maneira correta, ou seja,
entre pela porta da frente.
Procedimentos
- Selecione o país de seu domicilio. No
caso de pessoa física residente no Brasil
que se encontre no exterior, selecione o país
onde sera entregue o formulário.
- Clique no botão para gerar um formulário.
- Preencha o formulário, digitando as informações.
- Clique no botão Enviar.
- Imprima o Formulário preenchido utilizando
o botão Imprimir.
- Entregue-o em uma representação
diplomática brasileira em até 15
dias, juntamente com os documentos listados no
quadro documentação.
Para preencher um formulário, manualmente,
clique no botão Enviar e, em seguida, no
botão Imprimir.
Ou
click aqui |
(SINE)
Jobcentre
Procurando trabalho? Que tal visitar um jobcentre
e pesquisar novas
ofertas de emprego?
A mãozinha que faltava para você
arranjar um emprego
Se você anda procurando um trabalho e não
sabe bem por onde começar, que tal aproveitar
a ajuda do governo britânico e utilizar
um dos centros de emprego espalhados pela cidade?
Os jobcentres são departamentos especializados
em busca de emprego e o melhor de tudo, o serviço
é gratuito e acessível também
para estrangeiros, é como se fosse o nosso
SINE .
Certamente você já passou em frente
de algum jobcentre, mas talvez não saiba
como funcione um. Então vai lá,
é fácil! Basta fazer o registro
levando o passaporte (com o visto de estudante
ou um passaporte europeu) ou Insurance Number
e fornecer alguns dados como endereço e
data de nascimento.
Se você não quiser fazer o registro,
logo na entrada você vai ver os terminais
para fazer busca de emprego, você pode pesquisar
as ofertas de emprego e em alguns casos o registro
não é necessário e o contato
é feito direto com o empregador. Os trabalhos
estão dividos por categorias e por áreas.
Também é possível procurar
trabalho fora de Londres e até mesmo fora
da Inglaterra.
Depois de feita a seleção você
imprime o telefone do contato da vaga e se quiser
pode obter mais informações sobre
o trabalho no qual está interessado falando
com algum dos atendentes. Também é
possível marcar uma entrevista utilizando
o telefone do jobcentre que é gratuito
ou pedir alguma orientação específica.
E se você marcar alguma entrevista pode
pedir a eles uma carta de apresentação
(covering letter).
Geralmente as pessoas que trabalham nos jobcentres
são bastante prestativas, por isso não
fique tímido na hora de pedir ajuda. Aproveite
a oportunidade, quem sabe é o seu dia de
sorte e você logo estará empregado!
E nada de desistir facilmente se naquele dia não
houver nenhuma vaga que te interesse, volte lá
depois de alguns dias, pois diariamente as ofertas
de emprego são renovadas. Geralmente todo
borough (áreas que abrangem vários
bairros) em Londres tem um jobcentre. Para achar
o mais próximo da sua casa procure no jobcentreplus.gov.uk
, mas não é necessário
fazer o registro no jobcentre da sua região,
pois eles têm um sistema interligado com
todos os outros locais. Você também
pode procurar ofertas de emprego através
do site.
Outro
serviço gratuito disponível é
o Learn Direct, filiado aos jobcentres. Você
pode entrar em contato por telefone (0800 100
900) para marcar uma entrevista com um dos conselheiros,
ou dê uma olhada no site learndirect-advice.co.uk.
O próprio instituto oferece cursos gratuitos
de idiomas, computação, business
e gerenciamento. Além disso, o Learn Direct
ainda oferece ajuda a procurar trabalho voluntário,
dá uma mãozinha para preencher applications
forms (fichas de inscrição para
empregos), pode indicar qual curso é o
mais indicado para você e também
ajuda na preparação de um currículo.
Topo
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(bricklayers)
Construção Civil
Rebocar, tijolar, pintar. Sem medo de trabalho
pesado? Então conheça um dos mercados
mais promissores em Londres.
"Fui
em uma construção e pedi emprego
ao mestre. Ele mandou eu esperar, enquanto esperava
fiquei limpando o setor. Aí, um passava,
dava bom dia, eu respondia. No intervalo, eles
me perguntaram quando eu tinha começado
a trabalhar e eu disse que estava lá procurando
emprego, e eles me deram a maior força.
Quando o mestre chegou no outro dia, eu estava
trabalhando. Uma boa experiência".
Foi assim, na cara e na coragem (e com pouca experiência),
que o brasileiro, conseguiu o primeiro emprego
em Londres. Com uma pequena noção
da área, ele começou como ajudante
de obras (chamados por aqui de bricklayers ou
general labourers) e hoje trabalha com reformas
com carteira de clientes própria.
Londres
está sempre em construção
e reforma, o que oferece inúmeras oportunidades
de empregos nessa área. Não é
necessária muita experiência e um
razoável nível de inglês ajuda
bastante. Quanto mais experiência, claro,
mais se pode faturar. Em média, um ajudante
de obras ganha de £ 5 a £ 7 por hora.
Já quem tem experiência em plaster
(espécie de gesso) pode ganhar de £
15 a £ 25.
Porém, a rotina é puxada e exige
determinação e muito fôlego.
Foi o que levou um economista peruano, de 38 anos,
a seguir em frente.
Trabalhando
há três meses como bricklayer, em
média 10 horas diárias, ele afirma
que o trabalho é pesado mesmo. "No
primeiro dia tive que carregar sete toneladas
de pedra de um lugar para outro. Foi dolorido,
mas às vezes se trabalha com pintura, carpintaria,
encanamento, não é tão difícil.
O que acho mais difícil é a longa
jornada diária", afirma.
Existem
várias agências especializadas nesse
tipo de mão-de-obra, mas o brasileiro aconselha
que o melhor caminho é a indicação
dos amigos e a já famosa "cara de
pau" para bater de porta em porta. Ele declara
também que os bons profissionais brasileiros
são muito respeitados aqui.
Apesar
da puxada rotina, ambos são unâmines
ao afirmar, a experiência vale muita a pena.
"Enquanto estou melhorando meu inglês
e me estabelecendo aqui, não é nada
mal, só me faz ter certeza que quando você
quer muito fazer uma coisa, tudo é possível",
diz o peruano. Então, mãos à
obra, literalmente. Afinal, o que seriam dos mais
famosos edifícios do mundo se não
fossem as talentosas mãos dos bricklayers?
Links agências para trabalho de Bricklayer
bluefirerecruitment
workgateways
jobsnation
londonbricklayers
citypeople
agencycentral
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(bouncer/doorman/security
guy) Segurança
Forte, alto, cara de poucos amigos e geralmente
de roupa preta este é o estereotipe do
security guy, também conhecido por aqui
como bouncer ou doorman. Mas na hora de procurar
um trabalho como segurança outros requisitos
como um bom nível de inglês e uma
ficha limpa na polícia conta mais do que
a cara de mau.
Para
entrar no mundo dos seguranças pela porta
da frente é necessário antes de
qualquer coisa conseguir o credenciamento da SIA
- Security Industry Authority. Este é um
órgão que organiza o curso básico
de seguranças.
Onde
são abordados temas como defesa pessoal,
imobilização de pessoas durante
brigas e também uma boa noção
sobre drogas e suas classificações.
Depois
do curso o candidato deve fazer uma prova e apresentar
o certificado de antecedentes criminais dos últimos
cinco anos. Mesmo que estes tenham sido no Brasil
é necessário conseguir o documento
no país de origem, traduzir e apresentar
juntamente com o britânico. E obviamente
só consegue o credenciamento quem tiver
a ficha limpa. Todo o processo, desde o começo
do curso, a prova e a checagem podem levar alguns
meses até que o candidato esteja apto para
trabalhar como segurança.
Paulista
, 28 anos, entrou no ramo há cinco meses
e apesar de ter que esperar um pouco para conseguir
o primeiro trabalho ele está feliz com
a sua nova profissão em Londres. "À
parte mais demorada foi ter que fazer as provas
depois do curso e esperar pelos resultados. Em
total demorou uns quatro meses para que finalmente
eu pudesse aplicar em alguma agência para
o trabalho", conta ele.
Com
o credenciamento em mãos é possível
procurar por uma agência especializada em
security jobs. As possibilidades são várias,
tem segurança de clubs, de eventos, de
restaurantes e até de segurança
particular. As agências pagam em média
de £ 8 a £12 por hora.
O
brasleiro já trabalhou como segurança
em vários lugares; eventos, feiras, teatros
e em grandes night clubs de Londres. Segundo ele
dependendo do lugar não há grandes
problemas, mas tem que ficar esperto com o uso
de drogas e com as brigas que acontecem esporadicamente
quando alguém passa da conta na bebida.
"O maior problema é quando a galera
fica bêbada e tem que tirar do bar, às
vezes tem uns que dão um pouco de trabalho.
Mas nunca presenciei nada grave", relembra
o paulista.
Segundo
uma nova lei depois do dia 20 de março
de 2006 será considerado ilegal trabalhar
na Inglaterra e no País de Gales como segurança
quem não tiver o credenciamento da SIA.
Por isso se você está pensando no
assunto vale a pena dar uma olhada no website
e checar todos os passos antes de aplicar para
o trabalho.
Mais informações
SIA
the-sia.org.uk
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(Models)
Modelo
Dica
para as meninas que querem entrar na profissão:
Na Europa as meninas com até 18 anos podem
procurar as agências de modelos e ver se
têm chances. No Brasil tem que começar
mais cedo, com 12,13 anos tem que iniciar já
participando de cursos, concursos e desfiles.
Contatos de algumas agências na Europa:
Take
Two - Londres
ICM
Models - Londres
Why
Not - Milão
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(Au
pair ou mothers help job) Babá ou doméstica
Au-pair: casa, comida e emprego!
Aprender inglês, não gastar com aluguel
nem alimentação, viver em um ambiente
familiar e de quebra viajar de graça. Essas
são algumas das vantagens de trabalhar
como au pair.
Se você gosta de crianças, tem facilidade
com elas e quer aprender inglês, uma das
melhores maneiras de conseguir isso é conviver
com uma família inglesa. Aproveitando que
a oferta de trabalho como nanny é grande
por aqui, por que não juntar o útil
ao agradável e trabalhar como au pair?
Esses
foram alguns dos motivos que levaram a mato-grossense
a optar pelo trabalho de au pair, também
conhecido como nanny leave-in. Ela chegou em Londres
e em apenas um mês já estava empregada
na casa de uma família inglês-australiana.
“Escolhi trabalhar como au pair porque acho
que o custo beneficio vale a pena. Sempre gostei
de crianças, vim para Londres para ter
novas experiências, mas principalmente para
aprender o idioma. Como a crianca que cuido só
fala inglês, acho que vou aprender rápido
e a outra vantagem é que dessa maneira
também vou economizar com alimentação
e moradia”.
A convivência acaba estreitando a relação
de trabalho, e muitas vezes a nanny passa a ser
parte da família, o que facilita ainda
mais o dia a dia. “A família está
sendo muito bacana comigo, me sinto confortável”.
Trabalhando lá, estou feliz com a escolha
que fiz “.
Serviços extras
Não existe regra fixa de quantas horas
uma nanny deve trabalhar, tudo depende do que
for acertado com a família. Geralmente
uma au pair tem que trabalhar de cinco a seis
horas por dia de segunda a sexta-feira e também
deve fazer um ou dois babysittings durante a semana.
Mesmo assim ainda sobra tempo para estudar meio-periodo
ou arranjar outro emprego para ganhar um extra,
já que o salário de au-pair nem
sempre é alto. Porém, isso depende
das horas de trabalho e do acerto que for feito
com a família.
Geralmente o salário de au pair em Londres
gira em torno de £ 60 a £100 por semana.
Em contrapartida, a família deve providenciar
um quarto separado somente para a estadia da nanny
e providenciar toda a alimentação
necessária. Em alguns casos, as famílias
podem oferecer facilidades como televisão,
telefone e Internet no quarto; mas esses itens
não são obrigatórios, fica
a critério das condições
de cada família.
Entre os serviços de au pair estão
obviamente tomar conta das crianças, preparar
alimentação e às vezes ajudar
com as tarefas da escola (homework). Em algumas
famílias, além de cuidar das crianças,
estão incluídos também alguns
serviços domésticos. Isso é
o que se chama mothers help job e indica que a
nanny deve fazer serviços como limpeza,
lavar e passar roupa e lavar louça, por
exemplo.
Existem várias agências especializadas
em procurar serviço de au-pair. Em algumas
delas é possível fazer o registro
pela Internet mesmo, sem necessidade de uma entrevista
pessoal. Nesse caso, basta preencher o cadastro
com dados pessoais, experiência, perfil
e o tipo de família que procura. Depois
disso, as famílias que se interessarem
fazem o contato diretamente por e-mail com os
candidatos.
Mas para quem prefere o bom e velho método
do cara a cara, é possível optar
pelas agências tradicionais. Se essa for
a sua escolha, você deve ir pessoalmente,
levar um currículo e passar por uma entrevista.
É bom lembrar que neste tipo de agencia
a exigência é maior, quase sempre
é necessário ter experiência,
apresentar referências e muitas vezes ter
carteira de motorista pode ajudar a conseguir
a vaga.
Confira algumas agências especializadas
na busca de trabalho como nanny ou au pair não
só na Inglaterra, mas também em
outros países da Europa.
greataupair.com
world-aupair.net
kensington-nannies
newaupair
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(Voluntary)
Trabalho Voluntário
Trabalhar como voluntário no Reino Unido
pode te dar experiência profissional, praticar
a língua inglesa, ajudar na sua comunidade
e até fazer amigos. Estas são apenas
algumas das vantagens do trabalho voluntário
oferecido por diversas organizações
em Londres. Se você tem tempo sobrando e
gostaria de aprimorar o seu currículo antes
de voltar ao Brasil, vale considerar a oportunidade.
Para os que vivem no Reino Unido, ser voluntário
pode abrir inúmeras portas. Há a
possibilidade de treinamento e, em muitos casos,
de um contrato fixo com documentação
legalizada pela firma interessada.
Muitos imigrantes encontram no trabalho voluntário
a sonhada chance para exercer uma atividade no
Reino Unido. Afinal, concorrer com os nativos
por uma vaga é tarefa árdua, mesmo
para os profissionais mais experientes. Existem
as barreiras da língua, do “work
permit” e da falta de conhecimento sobre
a cultura local. Embora não remunerado,
o voluntário recebe uma ajuda de custo
para despesas com transporte e alimentação,
o que já ajuda bastante no caso dos desempregados
ou para os que estão “vivendo de
bicos”. Outros pontos positivos são
o aconselhamento dado no que se refere à
procura de emprego e as valiosas cartas de referências.
Além disso, experiência como voluntário
no currículo inglês conta como experiência
profissional com um certo “algo mais”.
Ou seja, para os empregadores, além de
ter o “know-how” que eles precisam,
a pessoa que trabalhou como voluntário
cumpriu um papel social importante.
O contador paulista 26 anos, lembra que simpatia
e sorte também contam. Ele chegou a Londres
em maio deste ano e, sem conseguir emprego, resolveu
ir “com a cara e a coragem” ao centro
de voluntariado mais próximo. No início,
trabalhou ensinando português e espanhol
a crianças, duas vezes por semana. “Poucos
meses depois, uma pessoa no departamento de contabilidade
se aposentou e a vaga ficou aberta. Como eu já
tinha feito amigos no centro, fui chamado para
um teste e passei”, comemora. Para o brasileiro,
o trabalho voluntário sempre compensa.
“Fiz muitos amigos, melhorei bastante o
meu inglês e trabalhei em algo que me fez
sentir útil”, comenta. Apesar de
já estar com trabalho garantido, ele continua
a prestar trabalho voluntário duas vezes
por semana.
Trabalhar por uma causa nobre não só
tem apelo forte entre os imigrantes como também
entre os nativos. Na Inglaterra, bem como em toda
a Europa, é bastante comum para jovens
de várias classes sociais participarem
em ações voluntárias durante
o chamado “gap year”, ano sabático
que muitos britânicos tiram antes do início
da universidade. Os príncipes William e
Harry, por exemplo, foram voluntários em
países do Terceiro Mundo. Portanto, ser
voluntário não significa que você
vai entrar em contato somente com estrangeiros,
sem ter a chance de praticar o inglês. “Há
também muitos adultos já estabelecidos
profissionalmente que vêem nessa atividade
a chance para compartilhar conhecimento e contribuir
na vida comunitária”, explica a oficial
de desenvolvimento da Hackney Voluntary Action.
Morando no Reino Unido com o visto de estudante,
a mexicana começou no escritório
da organização como voluntária
no ano passado. Com simpatia e trabalho duro,
ela conseguiu que eles regularizassem seu “work
permit”. Hoje recebe pelo trabalho “part-time”,
além de orientar outros imigrantes na iniciativa.
Ela esclarece que há centenas de atividades
no campo do voluntariado. É possível
dedicar algumas horas por semana cuidando de uma
pessoa idosa ou de uma criança deficiente,
ou simplesmente ensinando menores de comunidades
menos favorecidas a pintar, dançar ou a
navegar na Internet. É só escolher.
“Um bom voluntário, acima de tudo,
deve ter muita vontade de ajudar outras pessoas
e estar aberto para aprender”, enfatiza.
No que diz respeito à documentação,
as organizações dispensam comprovante
de visto, mas é melhor ir prevenido com
pelo menos o visto de estudante, que dá
à pessoa o direito de trabalhar meio período.
Quanto à língua, é preciso
saber pelo menos se comunicar em inglês;
outros idiomas como espanhol, italiano ou francês
somam pontos na seleção. Embora
não seja pago, o trabalho voluntário
é levado muito a sério pelos empregadores,
com monitoramento regular da performance do candidato.
Onde
voluntariar?
Você pode visitar o centro de voluntariado
do seu bairro ou fazer uma busca on-line nas principais
organizações do ramo. Vá
munido com passaporte e um Currículo Vitae
em inglês. Tenha em mente a área
de atividade e suas horas disponíveis.
Veja se a organização paga despesas
com transporte e alimentação e se
há possibilidades de treinamento. Algumas
até oferecem acomodação gratuita
e ajuda de custo semanal, como é o caso
da Community
Service Volunteers, , para pessoas entre 16-35
anos). Uma das mais populares é a TimeBank
que trabalha em parceria com outras organizações
como a BBC na campanha “Mind
the Gap”, uma iniciativa que visa estimular
o trabalho voluntário entre o público
adolescente. Há vagas na área das
artes, meio ambiente, educação e
saúde, entre outras.
Se você acha que é um bom ouvinte,
fala bem o inglês e pode conversar e aconselhar
pessoas em situação difícil,
via telefone, cara-a-cara ou por e-mail, a opção
pode ser a Samaritans.
A organização recebe uma média
de quatro milhões de ligações
por ano e necessita mais voluntários com
certa urgência. Eles oferecem treinamento
e horas flexíveis.
Para quem mora no leste londrino, vale dar uma
olhada nas vagas da Hackney
Voluntary Action. Eles podem indicar o centro
mais próximo de você. Outras opções
são a famosa Oxfam,
com vagas no Reino Unido e no exterior, além
de empregos fixos; Amnesty
International ou o servidor de busca para
trabalhos em “charities”
ou organizações não-governamentais.
Neste último você pode escolher entre
centenas de Ongs, a exemplo das mais conhecidas
Friends
of The Earth e Greenpeace,
ou mais locais como a Shelter.
Para quem deseja trabalhar com meio-ambiente,
vale voluntariar pelo país na conservação
de fauna e flora pela British
Trust Conservation Volunteers .
Vagas na área de computação,
administração, relações
públicas e design podem ser encontradas
no site da Millenium Volunteers , para pessoas
entre 16-24 anos). Outro servidor especifico para
trabalho voluntário na Grã-Bretanha
é o Do-it.
Neste, escolha o bairro e a área de atividade.
Só para se ter uma idéia, ao clicar
no bairro Hackney e escolher a atividade “artes
com crianças” apareceram nada menos
que 264 vagas.
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(Translation
& Interpreting ) Tradutor e intérprete
Se você domina mais de um idioma em nível
avançado, saiba como começar nessa
área de grande demanda em Londres.
Londres oferece várias oportunidades de
trabalho para pessoas de todas as nacionalidades,
nas mais diversas áreas de atuação.
Uma das áreas que, apesar de muito competitiva,
ainda faz sucesso, é a de tradução
e intérprete. Mas o que é preciso
para ser um tradutor? Como conseguir uma chance
de ser intérprete? Basta ter um bom inglês
e vontade de trabalhar?
A tradutora e intérprete Karin Usher explica
que ter um diploma faz diferença na busca
por uma oportunidade de trabalho em Londres. “Pelo
mercado ser bem competitivo, o importante é
ter diferencial. Com a variedade de agências
e profissionais freelancer no mercado, é
importante ter um diploma de tradutor e intérprete,
seja do Brasil ou daqui, até porque algumas
agências já vêm exigindo”,
esclarece. Usher, também proprietária
da agência de tradução Amanara
, conta que há na empresa uma grande demanda
por serviços de tradução
português/inglês, seguidas de italiano/inglês
e espanhol/inglês. “Mas há
também procura por outras línguas
européias”, destaca.
A responsável pelo Departamento de Tradução
da empresa Berlitz, Rhona Freeman, afirma que
a empresa oferece serviços de tradução
português/inglês, mas ela não
tem como calcular a demanda neste idioma. “Às
vezes, temos uma ótima procura. Por outro
lado, há períodos em que não
há busca alguma”, explica.
Prós e contras
A jornalista Yami Trequesser, que já trabalhou
como tradutora quando chegou a Londres, conta
que esta é uma área que oferece
algumas vantagens. “Ela permite flexibilidade
de horários e isso é muito bom para
quem não quer rotina. Além disso,
as empresas que oferecem esse tipo de serviço
pagam pelo tempo que o tradutor passa viajando
até o local no qual vai trabalhar, o tempo
de espera caso a reunião atrase, bem como
os bilhetes de trem, metro e até táxi,
se necessário”. Por outro lado, ela
explica: “É uma profissão
muito instável, pois em algumas semanas
há muito trabalho, em outras não
há nada”. E Karin reforça:
“No início do mês não
é possível calcular o nosso salário,
pois dependemos da demanda”.
Primeiros
passos
Se alguém deseja trabalhar como tradutor/intérprete,
a melhor coisa a fazer é se qualificar.
“Para isso, é necessário fazer
um curso”, explica Trequesser. Para buscar
mais dados sobre cursos, que podem custar até
300 libras, e sobre os exames, também pagos,
para obter o diploma, Karin indica os sites do
Institute
of Linguists e do Institute
of Translation & Interpreting.
A falta de qualificação não
impede uma pessoa de realizar um bom trabalho.
A dica de Yami é procurar pela Internet
empresas que ofereçam os serviços
e mandar o currículo. “Algumas empresas
pedem apenas o inglês e português
fluente”, diz. Já Karin orienta aos
interessados a procura pelo council local, pois
muitas vezes a demanda por serviços de
tradutor/ intérprete é, em sua maioria,
em relação ao diploma.
Mas atenção: um diploma não
garante o sucesso na área. É importante
também seguir algumas regras para conseguir
um lugar neste disputado mercado. Cumprir os horários,
estar sempre atento durante o trabalho, estar
atualizado com o idioma que você está
se propondo a traduzir e respeitar a confidencialidade
são algumas dicas que podem fazer de você
um profissional ainda melhor. Então, não
perca tempo. Comece já a sua pesquisa e
boa sorte!
Topo
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(Catering
) Garçons e Barmans
Fim de ano é a melhor época para
arrumar emprego em Londres, e com sorte, uma vaga
temporária pode se tornar permanente.
Com a proximidade de Natal, aumentam as vagas
de trabalho no setor de “catering”,
que supre mão-de-obra para servir banquetes
nas festas de fim de ano.
A
temperatura em Londres é alta em dezembro,
pelo menos para quem trabalha numa das indústrias
mais movimentadas do momento: a chamada “catering”.
Entram em cena centenas de agências especializadas
em recrutar pessoas para trabalhar como garçons
e barmans, que em novembro começam desesperadamente
a procurar novos trabalhadores para dar conta
do recado, ou seja, atuar nas chamadas Christmas
Party, o equivalente às festas de fim de
ano entre colegas de trabalho que no Brasil, incluem
aquele amigo secreto entre colegas de trabalho
. Só que tudo aqui é pra lá
de chique!
Ao se cadastrar em uma agência, normalmente
você passa por uma entrevista e, em alguns
casos, um rápido treinamento para aprender
a lidar com tipos diferentes de talheres, copos
e pratos que você vai se deparar pela frente.
O trabalho é, basicamente, de servir refeições
e bebidas nas mesas, mas você pode ser escalado
também para preparar as mesas em si, antes
da festa, ou arrumar a bagunça que fica
no final. Quase sempre ainda dá para tirar
uma casquinha do banquete no final da festa, mas
claro que nunca durante o expediente!
Parece divertido para você? Pois saiba que
trabalhar do outro lado da bandeja pode acabar
em desastre se por um rápido momento você
se desconcentra um pouco e perde o equilíbrio
do o que está carregando. Mas tendo boa
vontade e sempre um sorriso mais simpático
que amarelo de sempre, tudo acaba bem em caso
de acidentes (que sempre acontecem!).
Portanto, esse trabalho é recomendável
para pessoas não muito desastradas. É
preciso ter também um bom entendimento
de Inglês, já que eles esperam que
você compreenda muito bem as regras a seguir
em cada festa, que sempre diferem umas das outras.
Mas não entre em desespero se não
entender nada do “briefing” , como
sempre trabalha junto gente das mais diferentes
nacionalidades, não é muito difícil
encontrar alguém para ajudar. No final
das contas, todos estão no mesmo barco,
e, trabalhando como parte de um time, a ajuda
é mútua.
Para conseguir um emprego desses, se cadastre
nas maiores agências de catering, já
que, quanto maior, mais festas esperam para ser
coberta e, conseqüentemente, mais vagas de
trabalho aparecem. E o fato de dezembro ser a
estação do ano mais movimentada
para esse tipo de trabalho não quer dizer
que o resto do ano mingua: uma vez cadastrado
numa agência, você pode ser chamado
a qualquer momento para servir em uma festa ou
até ser convidado para uma posição
fixa trabalhando para algum dos clientes dela.
A Blue
Arrow, por exemplo, tem cerca de 200 escritórios
espalhados por todo o Reino Unido, sendo cinco
dos quais especializados em catering em Londres,
e está sempre recrutando gente nova. Outra
agência famosa é a Admiral
Group, que tem boa atuação em
Londres. O salário é pago por hora
trabalhada, normalmente uma semana depois do serviço
feito, e o valor varia de agência a agência,
e é sempre maior que o mínimo pago
por aí afora.
Topo |
(Major
Tom) Vendedor Ambulante
Que tal trabalhar como vendedor de cerveja em
eventos? A atividade tão comum no Brasil
é a nova alternativa de trabalho no verão.
Eles são parte da paisagem de qualquer
cidade brasileira, mas em Londres os vendedores
ambulantes de bebidas ainda são uma novidade.
Quer fazer parte do time?
No
Brasil, comprar uma cerveja durante um show é
tarefa simples. Basta fazer um sinal para o ambulante
mais próximo para poder comprar uma cerveja
– gelada – na hora que a vontade baixa.
Mas, em Londres, quando bate a sede à pessoa
tem que se deslocar do lugar até o bar,
o que significa enfrentar uma multidão,
pegar uma fila imensa e, depois de perder cerca
de meia hora de show, comprar uma cerveja que
ainda vem quente. E correr o risco de derramar
metade na jornada de volta ao local em que estava
antes.
Mas
isso aos poucos está mudando por aqui.
Ou pelo menos, podemos dizer a coisa está
melhorando em shows e outros tipos de eventos
por onde passa o MJR Tom, uma empresa que está
inovando no mercado inglês com a revolucionária
idéia de vender bebida – de cerveja
gelada a café quentinho – através
de vendedores ambulantes. Porém, muito
mais equipados que os tão conhecidos vendedores
brasileiros com caixas de isopor ou sacos plásticos,
o time do MJR Tom carrega uma mochila bem transada,
que, além de conservar as bebidas na temperatura
certa, é anatômica e até bonitinha.
A idéia do “catering portátil”
é de um grupo de amigos holandeses e já
é sucesso na Holanda, África do
Sul e Tailândia. Atuando em grandes festivais
e eventos esportivos no Reino Unido há
quase três anos, eles já se são
bem requisitados nas baladas locais. Afinal de
contas, em qualquer canto do mundo que se preze,
a cerveja tem que ir onde o público está.
Um dispositivo especial que reduz a pressão
em conjunto com um material que proporciona leveza
faz com que as mochilas sejam fáceis de
manusear e carregar, além de garantir a
qualidade adequada aos produtos. Quando a mochila
acabar, é só voltar à base
montada e trocar de “backpack”. Quanto
mais você vende, mais você ganha.
O funcionário da empresa ainda tem a vantagem
de se divertir nos shows entre uma venda e outra.
Alguns dos eventos onde MJR Tom esteve presente
incluem partidas de futebol, tênis e rugby,
como a Heineken Cup Final, em Cardiff, shows do
Rolling Stones a Brian Adams, e até mesmo
na festa de casamento do Príncipe Willem-Alexander
e Princesa Maxima.
Como fazer parte do time
Brasileiros são muito bem-vindos, de acordo
com a gerente de recursos humanos Mariana Jayanetti.
“Mas tem que falar bem inglês, ou
pelo menos o suficiente para garantir uma conversa
pelo telefone!”, ela ressalta. Um bom comando
da língua local é essencial já
que a maior parte dos clientes é inglesa.
Além disso, às vezes um espertinho
ou outro aparece tentando fugir sem pagar a cerveja,
ainda mais quando percebe que o cara não
fala inglês suficiente para ser impedido.
Além de se comunicar bem, é preciso
que o candidato tenha direito de trabalhar no
Reino Unido – seja através de passaporte
europeu ou visto de estudante. Nada de visto de
turista. No mais, é só se inscrever:
basta mandar um e-mail com o CV (currículo
vitae) e uma carta – em inglês –
explicando porque você está interessado
em trabalhar para a empresa cover
letter.
Os candidatos selecionados são então
convidados a dar um pulinho no escritório,
levando os documentos, para finalizar a inscrição.
Daí eles recebem as instruções
necessárias e passam por um treinamento
básico. Tudo isso não dura mais
de uma hora, e com sorte você já
sai de lá com o primeiro dia de trabalho
agendado. Foi o que aconteceu com Henrique Nayme,
que está todo contente com o primeiro dia
vendendo cerveja, numa partida de rugby. “To
animado para caramba, parece ser um trampo bem
divertido!”, diz ele, na véspera
da estréia.
O pagamento é de £5 a hora trabalhada,
no mínimo, e mais £2.5 por hora de
viagem, quando o evento for no interior do país.
O transporte é providenciado pela empresa.
Em alguns eventos, existe a possibilidade de ganhar
comissão por mochila vendida – o
que pode chegar a £10 por hora. Além
disso, ainda tem gorjeta!
MJR
Tom UK Ltd
Unit 7, Rufus Business Centre
Ravensbury Terrace
Earlsfield SW18 4RL
E-mail - mariana@mjrtom.co.uk
Topo
|
(Leaflet)
Distribuidor de Panfletos
Trabalhar como distribuidor de ‘leaflets’
ou panfletos, como conhecemos no Brasil, é
uma das opções mais comuns de trabalho
utilizadas pelos brasileiros que se aventuram
pelas terras da Rainha.
O trabalho, como o próprio nome já
diz, consiste em ficar na rua, distribuindo o
material promocional de escolas, lojas e restaurantes
para os transeuntes.
Parece simples, não? Mas prepare-se, pois
nem tudo são flores, como adverte Mari,
natural de São Paulo: "O pior é
no inverno, pois ficamos na rua durante toda a
jornada de trabalho" E o lado bom? "Ah,
o lado bom é que você acaba conhecendo
um monte de gente, ninguém amassa o folheto
e joga na rua, o que aumentam as chances da pessoa
ler. Fico aqui só observando as pessoas,
vejo os mais variados estilos de roupas e de comportamento…
algumas pessoas param, vêm falar com você,
querem te conhecer. Já recebi até
um pedido de casamento de um rapaz que passou
por aqui", enumeram Mari várias vantagens.
Para
conseguir um trabalho como este, ‘Entre
em contato com as escolas de Inglês ou pergunte
até para as próprias pessoas que
estão na rua distribuindo os panfletos
quem são os seus supervisors e se há
vagas disponíveis. E seja persistente,
pois aqui em Londres nada vem fácil “.
Não venha para cá pensando que tudo
vai acontecer simplesmente e que todo mundo vai
te ajudar. Ninguém tem tempo para ajudar
ninguém, você está sozinho
e tem que ser forte para conseguir seus objetivos.
Obs: O trabalho de distribuidor de ‘leaflet’
paga em média £5 por hora de trabalho,
geralmente as escolas empregam os estudantes por
20 horas semanais.
DICA :
Entre em contato com a INDEPENDENT
MAGAZINES, para distribuir revistas em estações
de metrô, se ganha em media £5 por
hora e trabalha-se ate três dias por semana.
Topo |
(Bilingual
People) Pessoas Bilíngües
Emprego na ponta da língua
Para quem já tem o inglês na ponta
da língua, mas adora fala português,
uma boa opção e procurar um trabalho
bilíngüe.
Não
existem tantas vagas em Londres para empregos
em que você pode usar a língua que
você melhor domina, o português, mas
os poucos que estão aí são
bem legais e com remuneração média
que não deixa a desejar. Para conseguir
um, o caminho é se cadastrar com as agências
que empregam pessoas bilíngües, de
acordo com a área que você deseja
exercer: tradução, interpretação,
secretariado, etc. É claro que falar português
não basta: seu conhecimento da língua
inglesa tem que ser excelente, e se você
ainda falar outra língua, melhor.
Bilingual People
Português é apenas uma das 400 línguas
com as quais essa agência trabalha, entre
serviços de tradução, intérprete,
secretariado e outros mais especializados. Através
do site deles, você pode tanto procurar
uma oportunidade dentre as inúmeras vagas
listadas ou mandar seu currículo para o
extensivo banco de dados que eles mantêm.
Existe um processo de recrutamento que começa
com uma pre-seleção desses currículos,
entrevista e testes tanto oral quanto escritos.
Uma vez que o candidato passe nos testes, o currículo
dele é encaminhado para o cliente que está
oferecendo a vaga, e então um outro processo
de seleção começa. Os currículos
não selecionados para uma determinada vaga
continuam no banco de dados da agência e
são apresentados em outras ocasiões.
Bilingual
People
Euro London
Estabelecida em 1990, essa agência mantém
um ótimo sistema de busca para vagas para
trabalhos bilingues, apresentando vagas temporárias
ou permanentes, assim como uma mailing list para
manter os interessados informados das últimas
vagas. Todas as posições, no entanto,
requerem fluência em inglês e domínio
de uma segunda língua. Para vagas em secretariado,
é ainda uma vantagem que o candidato tenha
experiência com programas de processamento
de texto. Você pode se candidatar mesmo
que eles não tenham uma vaga que seja ideal
para você no momento, basta mandar um currículo
(ou preencher o formulário disponível
no site) e uma carta explicando seus atributos
e qualidades, salário desejado e localidade
preferida para trabalho. Uma vez selecionado,
o candidato será convidado para uma entrevista
em um dos escritórios da agência.
eurolondon.com
Language Matters
Essa agência faz recrutamento para trabalhos
bilíngües e trilingues no Reino Unido
e Europa, cobrindo vagas permanentes ou temporárias
em várias áreas. O sistema de busca
de vagas é dividido por tipo de emprego:
secretariado, sales e marketing, IT, customers
service, finance e accounts e general. Português
não é uma das línguas priorizadas,
mas a dica é procurar em vagas no link
“other languages”.
languagematters
International Language Communications
O site dessa agência não é
tão atraente, nem tinha nenhuma vaga para
pessoas que falem português no momento de
fechamento dessa reportagem, mas não custa
nada se registrar, uma vez que para aplicar para
qualquer vaga, você precisa ser registrado
pela agência. O formulário de registro
é on-line, e uma vez feito isso, você
pode fazer o login no site usando uma senha.
ilc-ltd.com
Multilingualvacancies.com
Diferentemente das anteriores, a multilingualvacancies.com
não é uma agência de recrutamento,
mas um portal que publica vagas para trabalhos
bilíngües em vária empresa
e setores em diferentes partes do mundo. Desse
modo, você não precisa se cadastrar
ou enviar currículo: você pega os
contatos do empregador e negocia diretamente com
eles. O site tem ainda um quadro de notícias
(Job Board) onde você pode anunciar os seus
serviços gratuitamente.
multilingualvacancies.com
Topo |
(Crazy
Jobs) Cobaias Humanas
Quer algum dinheiro para testar novos medicamentos
ou participar de pesquisas medicas?
Brasileiro
quando está no exterior para trabalhar
acaba fazendo de tudo para ganhar alguns cobres
extras, e servir de cobaia humana é cada
vez mais um dos “objetos do desejo”
desse pessoal. Companhias farmacêuticas
que desenvolvem novos remédios, por exemplo,
pagam desde algumas poucas libras a somas que
chegam aos quatro dígitos (mais de £
1000) para voluntários que aceitam ser
usado como laboratório de testes para os
medicamentos em desenvolvimento.
Aceitar um trabalho assim pode parecer uma opção
interessante para quem está duro ou com
as contas atrasadas, mas é bom sempre levar
em conta que os testes podem não ser 100%
seguros. Antes de ser testado em humanos, os produtos
passam antes por pesquisas extensas em animais,
o que elimina em grande parte produtos muito perigosos.
Além disso, os produtos precisam, antes
de os testes começarem, ser aprovado por
um comitê de ética médica,
e a legislação européia é
também bastante rigorosa em relação
a testes com potenciais efeitos danosos. Mas o
fato de essas companhias pagarem (às vezes
muito bem) por isso já é uma indicação
de que pode não ser tão fácil
quanto parece. Alguns testes são mais evasivos
que os outros, e muitas vezes o que os pesquisadores
querem testar, por exemplo, são os efeitos
colaterais de um medicamento, o que significa
que a “cobaia” estará sujeita
a sofrer esses possíveis efeitos.
De qualquer modo, na escala de testes há
desde os de potencial mais evasivo (os da chamada
Fase um, quando medicamentos em desenvolvimento
são testados em pacientes saudáveis
para medir as doses adequadas, com base no tempo
que o corpo leva para absorver e eliminar o produto),
até aqueles que não oferecem nenhum
risco (como doação de sangue ou
testes de memória, por exemplo). Normalmente,
testes da Fase um ou doações são
retribuídos com pagamentos, mas testes
da Fase dois, três ou quatro, no qual são
testadas drogas prontas para serem lançadas
no mercado ou já lançadas, normalmente
não oferecem recompensa financeira, não
permitida pela ética médica, já
que os voluntários podem se beneficiar
dos tratamentos oferecidos.
Mesmo com a possibilidade de ser bem pago por
alguns desses testes, não é possível
transformar a atividade em “emprego”,
já que existe uma limitação
legal quanto ao número de testes que uma
pessoa pode participar em certo período.
As próprias companhias que realizam os
testes, ao anunciar a busca por voluntários,
coloca a possibilidade de acesso a tratamentos
médicos de vanguarda e a possibilidade
de ajudar pessoas doentes como principais benefícios
da atividade. Ganhar algum dinheiro por isso é
considerado acessório.
Ainda assim, é possível encontrar
oportunidades como receber £ 60 por 600
ml de sangue doados, ou um fornecimento grátis
de lentes de contato e produtos de limpeza para
os usuários de lentes que se engajem num
estudo sobre o efeito de um colírio para
aliviar os sintomas de olhos secos. Ou, no outro
extremo, £ 1015 para mulheres muito obesas
que se disponham a participar de um estudo de
nove dias e nove noites sobre uma nova droga para
tratar a obesidade.
Há ainda opções como doar
esperma para pesquisas ou para clínicas
de inseminação artificial e até
pesquisas não-médicas, como teste
de produtos alimentícios ou comportamentais.
Cada teste tem seus pré-requisitos específicos,
que podem ser bastante estritos muitas vezes,
limitando as possibilidades dos interessados (para
doar sangue, por exemplo, é necessário
ter mais de 50 kg, não ter nenhum problema
médico, incluindo asma, diabete, epilepsia
ou anemia, não ter tomado nenhum tipo de
droga ilegal, incluindo maconha, nas seis semanas
anteriores à doação, e não
ter tomado nenhum tipo de medicamento, pastilhas
para a garganta, vacinas, vitaminas, minerais
e até bebidas energéticas, nem ter
utilizado protetores solares ou talco para os
pés nas duas semanas antes da doação;
as mulheres interessadas não podem estar
tomando pílulas anticoncepcionais, não
podem estar grávidas, não podem
sofrer com menstruações prolongadas
nem doar cinco dias após a menstruação).
De uma maneira geral, os voluntários para
os testes têm de assinar um termo de compromisso,
no qual se dizem conscientes dos possíveis
riscos associados ao teste e se responsabilizam
por qualquer problema.
Quer saber como se candidatar a um desses testes?
Muitas dessas companhias colocam anúncios
nos jornais à procura de voluntários
para pesquisas específicas ou para inclusão
nos seus cadastros para testes eventuais. Outras
também recrutam os interessados por meio
de agências de trabalho. E ainda há
empresas que possuem sites na internet, nos quais
é possível pesquisar diferentes
tipos de testes e se candidatar on-line a algum
deles.
Biotrax
é uma empresa que agencia voluntários
para testes médicos e de consumo. A maioria
dos testes é reservada para os membros,
que precisam pagar uma taxa entre £ 20 e
£ 25 para se associar. Mas há também
no site uma boa gama de testes abertos a todos
Richmond
Pharmacology
Volunteer Recruitment
Outra empresa que agencia voluntário é
Parexel International Limited, para o Atkinson
Morley’s Hospital, no sudoeste de Londres.
É preciso registro para se voluntáriar
a um dos testes, mas a empresa não cobra
nenhuma taxa para isso.
Parexel
International Limited
Empresa internacional de pesquisas médicas
recruta voluntários para testes em Londres
no Northwick Park Hospital, no noroeste de Londres.
Está atualmente em busca de asmáticos
para testes de um novo medicamento
Hotrecruit
Site de recrutamento para trabalho oferece várias
propostas para testes médicos no seu diretório
de saúde. Possui sistema de busca, o que
facilita a procura por temas específicos.
Skin
Therapy Research Unit / St. John’s Institute
of Dermatology
Unidade de pesquisas em dermatologia do St Thomas
Hospital, no sul de Londres. Oferece testes de
novas drogas para pessoas que sofrem de problemas
de pele como eczema, psoríase e acne. Não
oferecem pagamentos, só os tratamentos
médicos, além de reembolso de despesas
com transportes. Oferece acesso a testes de novos
tratamentos para pessoas com doenças variadas.
Drugs
On Trial
Outro “crazy job” que se pode tentar
aqui na Inglaterra para conseguir um bom pé
de meia é emprestar o corpo para testes
médicos. Neste caso o pagamento é
bem mais alto, mas é preciso se informar
muito bem de todos os riscos, efeitos colaterais
e que tipo de testes serão aplicados antes
de tomar a decisão final.
As empresas que comandam esses testes são
indústrias farmacêuticas e hospitais
independentes que testam novas medicinas em voluntários
antes de colocá-las no mercado. Antes de
lançar um produto, é necessário
amplo estudo em humanos para saber de todas as
reações adversas que os novos medicamentos
podem provocar.
Como o campo dos laboratórios farmacêuticos
é uma área muito rentável
eles contratam empresas para realizar estudos
independentes e por isso o pagamento é
relativamente alto.
Os trials - como são chamados esses testes
- são procedimentos legais aqui no Reino
Unido e podem ser feitos nas mais diversas áreas:
estudos do cérebro, remédios para
emagrecer, para asma, doação de
esperma, vacinas, estudos sobre dependência
química, cafeína, nicotina, entre
outros.
O pagamento depende da complexidade do trial e
da quantidade de tempo requerida até o
final dos testes, pois às vezes estes podem
demorar mais de um mês. Em média
as empresas pagam ente £ 70 e £ 150
por dia para os voluntários.
A proposta parece tentadora, mas antes de ser
selecionado é preciso passar por uma bateria
de exames feita pelas empresas para saber se o
voluntário se encaixa exatamente com o
perfil que eles estão procurando para os
estudos.
Para se candidatar a um medical trial é
imprescindível estar registrado no GP (médico
local) por no mínimo três meses e
não estar tomando nenhuma medicação
prescrita. Em muitos casos os laboratórios
preferem não fumantes.
O check-up completo ou screening consiste em tomada
de medidas e peso corporal, eletrocardiograma,
pressão arterial e capacidade respiratória.
Como também testes de sangue para detectar
qualquer tipo de doença congênita
ou algum indício do uso excessivo de álcool
ou drogas recente. Além disso, também
é feita uma bateria de exames mais específica
dos órgãos a serem utilizados no
trial.
O curitibano Cristiano Gonçalves participou
de um clinical trial há três anos
para testar um tipo de corticóide de uso
nasal para tratamento de renite e recebeu 1.800
libras por seis semanas de voluntariado. “Decidi
participar porque achei que era uma forma relativamente
rápida de descolar um extra para juntar
o dinheiro necessário para renovar meu
visto e pagar outro curso de inglês”,
disse ele.
Durante o trial, Cristiano ficava na acomodação
do hospital dois dias por semana, em uma enfermaria
separada somente para as pessoas que estavam fazendo
os testes. Além disso, também havia
uma área com Internet, música, videogames
e filmes reservada para os voluntários.
“Era como estar internado em um hospital
sem estar doente” brinca ele.
Cristiano não se arrependeu de ter feito
esse tipo de trabalho. Ele diz que recomenda a
experiência, porém, apesar da alta
remuneração, ele deixa claro que
a decisão de participar é bastante
pessoal. “Antes de aceitar fazer parte de
qualquer estudo desse tipo procure saber o máximo
de informações possíveis.
Afinal, você está dispondo o seu
corpo para o bem da ciência, mas ainda assim
o verdadeiro nome desse trabalho é cobaia
mesmo”, alerta ele.
Parexel
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Nu
Artístico
Conheça aqui algumas tarefas diferentes
que as pessoas topam fazer pra guardar um extra
final do ano. Mas para este tipo de “trabalho”
é preciso uma boa dose de coragem.
Londres tem oportunidades para todos e trabalho
é o que não falta por aqui. Posar
nu durante algumas horas para estudantes de artes
plásticas? Esses são só alguns
exemplos onde o dinheiro pode vir rápido,
mas para isso talvez seja necessário fazer
coisas que jamais teria imaginado.
Um desses casos é o que se pode chamar
literalmente, nu artístico. O trabalho
é fácil, mas requer desinibirão
e paciência para ficar sentado pelado em
uma mesma posição de duas a quatro
horas sem poder se mexer, para que os alunos do
curso de arte aprendam técnicas para desenhar
corpos. Para os modelos que se candidatam a vaga
geralmente o pagamento fica em torno de £
8 a £ 15 por hora.
“E o melhor de tudo é que você
ganha uma grana sem fazer nada, só tem
que ficar parado. É até bom porque
assim você tem bastante tempo para ficar
pensando na vida”, brinca Paulo Miguel,
que já posou nu algumas vezes para alguns
colleges.
Se você se empolgou com a idéia pode
tentar uma vaguinha através dos próprios
cursos de arte. Procure saber quem são
os tutores e entre em contato diretamente com
eles para saber se precisam de modelos. E lembre-se
que nesse caso, a vaga é de modelo para
desenho artístico, o que não tem
nada haver com modelo de revista ou passarela.
Isso só facilita ainda mais porque para
esse tipo de trabalho não é preciso
ter determinada altura ou peso, basta apenas maturidade
e desinibição.
Topo
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(Hard
Working) Trabalhador Rural
No interior do Reino Unido. Mas vá sabendo
que o trabalho não é moleza, e comece
a se preparar fisicamente e psicologicamente para
isso. Os dias começam bem cedo, geralmente
em torno de 6h30 da manhã, e o trabalho
só acaba por volta das 16h. No verão,
os dias são ainda mais longos para aproveitar
o máximo possível da luz solar.
No inverno, você precisa enfrentar frio
durante toda a jornada ao ar livre.
Você tem a noite toda para descansar e normalmente
apenas um dia de folga durante a semana. Mas embora
tudo isso aparente ser muito cansativo, na verdade
não é nada com o que um brasileiro
bem adaptável, “hard working”
e disposto a ganhar uma grana não possa
se acostumar. Aliás, além do trabalho
no campo pagar razoavelmente bem, a possibilidade
de economia vem do fato de que vida no campo é
também mais saudável para o seu
bolso, já que o custo de vida é
menor do que na cidade.
Várias agências recrutam trabalhadores
para fazendas no interior do Reino Unido, a maioria
delas para trabalhos esporádicos apenas
em época de colheita. Nesse ramo, se destaca
a
Fruitfuljobs.com, pelo fato de que ela cuida
do fornecimento de profissionais para todo o processo,
que começa na fazenda e acaba na casa do
consumidor. Isso faz com que o emprego no campo
não seja limitado a trabalhar debaixo de
sol ou chuva colhendo frutas e vegetais, embora
seja isso a primeira coisa que vem à mente.
Dentre os outros tipos de atividades que são
disponíveis no dia-a-dia de uma fazenda,
estão dirigir tratores, supervisionar times
ou cuidar da parte administrativa. Mas é
o empregador que vai te encaixar numa delas, de
acordo com a necessidade dele e suas aptidões.
A maior oferta de vagas, no entanto, é
para colheita das chamadas “soft fruits”,
ou seja, morangos, framboesas e amoras, e acontece
entre os meses de abril a novembro, quando é
o pico das colheitas de frutas.
Porém existem vagas em outras épocas
do ano para trabalho em outros tipos de plantações,
e até mesmo trabalho em outros países,
se você tiver disponibilidade de viajar
(ideal para quem tem passaporte europeu). No Reino
Unido, a Fruitfuljobs.com opera com fazendas em
Hampshire, Norfolk, Cornwall, Somerset, Kent,
Worcestershire, Angus e Perthshire (essas duas
últimas na Escócia). Eles trabalham
com outras fazendas pela Europa, sendo uma delas
em Portugal.
Ideal para quem quer economizar o trabalho no
campo, mesmo que por um período curto,
pode ser a solução para quem quer
ou precisa economizar um pouco. Não tem
como negar que uma das grandes vantagens de trabalhar
no campo, além do ar puro todos os dias,
é a possibilidade de economizar mais grana.
Mesmo que os salários não sejam
tão atrativos quanto os que são
pagos na cidade, o interior é incomparavelmente
mais barato do que Londres, o que significa uma
redução e tanto no seu custo de
vida. Além disso, sem tantas opções
de lazer tentadoras, é mais fácil
resistir à vontade de ir para a night todo
o fim de semana.
Você pode ser pago por hora trabalhada,
mas a maioria das fazendas prefere pagar de acordo
com a quantidade que você colhe (fair piece-rate),
o que significa que quanto mais você trabalha,
mais você ganha. Ainda assim, por lei, se
o fazendeiro escolher essa forma de pagamento
ele é obrigado a pagar ao menos o valor
do salário mínimo (£ 4,85
por hora de trabalho), mesmo que as metas de colheita
não sejam atingidas.
A média paga por semana fica em torno de
£ 180, mas como os fazendeiros têm
que pagar extra em caso de “overtime”,
na alta estação isso pode render
uma boa grana para os mais dispostos. Em geral,
o pagamento é feito direto na sua conta
bancária e é descontada uma taxa
referente ao custo da acomodação,
que inclui eletricidade, água e aquecimento
e que fica em torno de £ 25 por semana.
Em uma comparação feita pela Fruitfuljobs.com,
ganha mais quem vai para o campo. Numa fazenda,
o salário por semana é de £
188 em média, enquanto em um bar pode chegar
a £ 210, com gorjetas. Mas enquanto acomodação
em Londres é bem cara, digamos £
75 por um quarto de solteiro por semana, no campo
você só paga £ 25. Se você
não der a sorte de morar na própria
fazenda que você vai trabalhar, o transporte
custa £ 2, enquanto em Londres o travelcard
de estudante para zonas 1 e 2 sai por quase £
15. Para completar, uma pint de cerveja custa
£ 2,60 num pub em Londres, mas no interior
o preço cai para £ 2,20. No fim das
contas, o emprego no campo rende £ 157,80
líquidos – em Londres esse valor
cai para £ 117,80 após todos.
Fora dessa conta, ainda tem alimentação,
que não é providenciada pelo empregador.
No entanto, comprar comida é muito mais
barato fora de Londres, e normalmente os empregadores
providenciam transporte para que os grupos possam
ir fazer compras nos supermercados ou feiras locais.
A maioria deles também disponibiliza cozinha,
e, para passar o tempo, você pode encontrar
ainda sala de TV e de jogos, máquinas de
lavar roupa, etc. A Fruitfuljobs.com apenas trabalha
com fazendas que fornecem uma certa qualidade
em acomodação e condições
de trabalho.
O que é preciso para agarra uma vaga
Não existe restrição de nacionalidade,
portanto brasileiros são bem vindos. A
primeira exigência da equipe de recrutamento
da Fruitfuljobs.com é que a pessoa seja
maior de 18 anos e a segunda que tenha permissão
para trabalhar no Reino Unido em tempo integral.
Se você é brasileiro com dupla-nacionalidade
sendo uma delas européia, não precisa
se preocupar com isso. Estando no país
com visto de estudante, a única alternativa
é procurar emprego no campo durante as
férias da escola. “As pessoas com
visto de estudante precisam provar que estão
freqüentando uma escola reconhecida no Reino
Unido e que estão genuinamente de férias”,
explica Rachel, do escritório da agência.
As vagas são abertas a todas as nacionalidades,
e como a maior parte das pessoas que se empregam
em fazendas do interior é estrangeira,
os empregadores não esperam nenhuma excelência
em inglês, o que é uma boa notícia
para a brasileirada em geral. Mas claro que você
precisa saber o suficiente para entender instruções
e se comunicar em um nível básico.
A maioria das vagas não requer nenhuma
experiência específica, uma vez que
todo o treinamento é dado no local. Mas
caso você tenha algum tipo de experiência
relevante, é vantajoso que você diga
no momento da candidatura.
Você precisa estar disponível para
pelo menos um mês de trabalho. A primeira
parte do processo de seleção é
pela Internet – você preenche um ‘application
form’ eletrônico e, caso se enquadre
nos critérios da empresa de seleção,
eles vão passar o seu perfil para o fazendeiro
que melhor se enquadrar no seu caso. É
ele quem vai entrar em contato diretamente com
você para discutir os detalhes em questão.
Você não pode necessariamente escolher
o local onde vai trabalhar, mas é possível
determinar uma preferência no formulário
de candidatura. Dentro do possível, eles
tentam te encaixar de acordo com o pedido.
O trabalho no campo é árduo, mas
não é por isso que você precisa
deixar de se divertir. Uma boa dica é,
caso você tenha outros amigos dispostos
a embarcar na mesma aventura, formar um grupo
e pedir para trabalhar na mesma fazenda. A agência
motiva isso, embora não seja possível
prometer que eles vão conseguir encaixar
todo mundo numa fazenda só. Independentemente
disso, você vai estar convivendo em uma
comunidade formada por gente do mundo todo –
de viajantes australianos até outros estudantes
de inglês, ou mesmo estudantes ingleses
de férias.
Não se preocupe que, mesmo no meio do nada,
sempre tem um pub para relaxar no fim do dia.
Além disso, o fazendeiro volta e meia organizam
passeios para atrações turísticas
nos arredores, ou até mesmo festas. Alguns
disponibilizam ainda cursos extra para quem estiver
interessado, como por exemplo, de primeiros-socorros
e Inglês. Mas você não vai
ter tanto tempo livre assim, e para ajudar a passar
o tempo, a depender da atividade que te caiba,
uma dica é ter um walkman com o seu CDS
favorito.
|
(Djs)
Dicas e infos básicas de como se aventurar
nas pick ups das baladas em Londres
Depois
do sucesso de dj Patife e Marky no exterior, as
porta para os djs brasileiros ficaram abertas.
Em Londres não é diferente. Com
a cultura brasileira em alta, e por conseqüência
a nossa música, muitos djs brasileiros
tem encontrado em Londres uma ótima oportunidade
de divulgar o seu trabalho, e por que não,
ganhar algumas libras. Londres possui um número
infinito de pubs e clubs dos mais variados tipos
e estilos, desde o mais “posh” (chique)
até o mais underground, como as “free
parties” (festas gratuitas), por exemplo.
Londres é a terra das oportunidades, basta
você correr atrás. Se você
sempre sonhou em ser dj, aqui você pode
se dar bem.
Atualmente existem diversos djs brasileiros morando
em Londres entre eles, o dj S.P.Y, que toca soul
full drumn bass, o dj Briza, que toca techno,
e eu, a dj Vivi, que toco brazilian beats. Além
de outros djs que tem noites fixas em Londres
como o dj Marky, que toca freqüentemente
no club The End, em uma das noites mais quentes
da cidade. Londres tem público para todos
os estilos e o cachê de um dj varia muito,
podendo chegar até à £ 400
para um dj que já tenha um bom público
aqui. Mas se você se está vindo para
Londres para começar a tocar se prepare
para também tocar de graça, já
que no início você precisa divulgar
o seu trabalho e também começar
a tornar o seu nome conhecido pela galera que
mora aqui.
O Dj S.P.Y começou a sua carreira ainda
em São Paulo em meados de 1990 tocando
Rap e Hip Hop em festinhas de garagem e escolas
do bairro. Em meados de 1992, ele mudou de estilo
e passou a tocar acid house passando pelo Hardcore
e chegando em 1994 ao Drum & Bass, estilo
que mantém até hoje. Em 1997, ganhou
o concurso de Dj na Apple Club em São Paulo.
Apesar do sucesso, Dj S.P.Y reconhece as dificuldades
em ser dj no Brasil: “Nunca tive muitas
oportunidades no Brasil… por ser um mercado
muito disputado e pouco valorizado”. Atualmente
S.P.Y é dj residente no Lock17 Bar em Camden,
um dos bairros mais descolados de Londres e lá
mantém a noite “HotBeatz”,
que acontece toda as quintas. Além disso,
ele já tocou em clubes brasileiros e festas
de universidades até em uma das noites
mais tradicionais da linha do Drum n Bass Londrino
como a HOSPITALITY, festa promovida pela Hospital
Records. Apesar de ter começado a produzir
músicas a menos de oito meses atrás,
S.P.Y já faz parte da historia da musica
brasileira por ser o primeiro dj brazuca a ter
uma musica lançada pelo Metalheadz, que
‘e um dos maiores selos de dnb do mundo.
Atualmente ele trabalha com diversos parceiros
entre eles o dj Tisso e o rapper MV Bill, com
o qual produziu o remix da música “soldado
do morro”. Para ele o Brasil não
está na moda: “... a verdade é
que o Brasil não está na moda. Acredito
que fomos descobertos… e isso não
é uma coisa passageira... Agora estamos
recebendo um valor maior por sermos estrangeiros
e apresentarmos um trabalho diferenciado...”.
No caso do dj Briza, a história foi bem
diferente. Ele não era dj no Brasil e veio
para a Inglaterra para estudar inglês, mas
já tinha a idéia de ser dj um dia.
Ainda no Brasil aprendeu a mixar com discos emprestados
por amigos e chegando em Londres, outro amigo
o levou para uma das Free Parties que acontecem
quase todo fim de semana. Depois disso, começou
a freqüentar as festas, conhecer os djs e
a galera que organiza as festas. “Um dia
um amigo meu me disse que eu tinha que começar
a tocar e me deu alguns discos, comecei a comprar
alguns também, e ir para as festas com
os discos pra tentar uma vaga no Line Up da festa”.
Ele conseguiu e desde então já tocou
em soundsystems irados como o Every1Sound, FUQ,
GoodFellas, Headfuk, Malfaiteurs, Manik, Restless
Natives e Tribe of Munt. Atualmente, ele toca
freqüentemente nas free parties e eventualmente
em night clubs e com certeza chama muita a atenção
por seu estilo: “Acho que nós brasileiros
temos mais swing, balanço, ritmo, entende?
Os gringos são meio durões, acho
que porque a gente cresce ouvindo samba, bossa-nova,
temos uma influência musical muito rica,
e isso eu tenho certeza que nos ajuda muito!”.
No meu caso, eu comecei como brincadeira já
que trabalhava como produtora de cinema e tv e
já havia tocado em algumas festas no sul,
inclusive no Skol Spirit e nas famosas festas
da Casa de Cinema de Porto Alegre. Mas nada profissional,
apenas como diversão. Quando eu decidi
vir para Londres, minha irmã me deu o toque
que eu podia desenvolver este meu lado aqui, já
que aqui tinha muita gente que gostava de música
brasileira. No meu segundo dia em Londres toquei
numa “squatt party” (festas em casas
abandonadas) e comecei a tocar nos “chillouts”
das free parties. Apesar de tocar de graça
foi lá que fiz muitos contatos. Hoje, sou
dj residente do club Guanabara e já toquei
como “warm up” em pubs, clubs etc.
Baseado nas entrevistas e nas experiências
que tive, vou passar para vocês algumas
dicas:
1- Ter contatos com djs ou pessoas que trabalhem
com produção de festas, pode te
ajudar muito no início.
2-
Tente ter algum diferencial como dj brasileiro,
djs tocando música “gringa”
aqui tem um em cada esquina. Não que você
vá ter que tocar forro para se dar bem,
mas ajuda se você tiver uma batida diferente.
3-
Já venha com o seu cd mixado para distribuir
para os produtores de festas, um release em inglês
também é indispensável.
4-
Compre o seu próprio equipamento para você
poder treinar em casa.
5-
Caso você queria aprender a tocar, existem
inúmeros cursos para djs desde iniciante
ate a produção musical. Os cursos
variam muito, existem cursos de apenas duas horas
até seis meses, com preços que variam
de £ 200 até £ 1800. Em Londres
tem a Subbass
que oferece aulas com apenas 4 alunos por turma
e tem 5 diferentes cursos, do básico ao
avançado. E em Manchester tem uma das melhores
escolas para dj do mundo que é a technics
dj academy que oferece cursos de mixagem,
produção, Scratching (Basico &
avançado) tecnologia digital e mixagem
de cd.
Não desanime Mick Hucknall, lider do Simply
Red começou assim.
Contato djs :
Dj S.P.Y( djspyderc@hotmail.com)
Dj Briza (smfjr@hotmail.com)
Djane Vivi ( vivireis@hotmail.com)
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Doutores
Exercer a carreira profissional que você
escolheu ainda no Brasil ao morar no Reino Unido
não é tarefa fácil e nem
é uma oportunidade aberta para todos. No
entanto, para aquelas profissões cuja demanda
é imensamente maior do que a procura, o
Reino Unido abre os braços – uma
boa notícia se você é médico,
dentista, ou formado em enfermagem. Isso não
quer dizer que é fácil conseguir
– não basta chegar ao país
e começar a trabalhar. São inúmeros
os requerimentos e, além disso, é
essencial que já tenha um conhecimento
de inglês acima da média. Já
pensou não entender nada do que o paciente
está sentindo?
A maneira mais fácil é começar
fazendo um treinamento, e a preparação
para isso pode levar mais de um ano, tempo mínimo
que os órgãos da area de saúde
pedem que o contato seja feito. Você vai
receber uma lista de vagas para treinamento, e
embora elas sejam abertas a candidatos tanto do
Reino Unido quanto de fora do país, existe
uma lei que proíbe qualquer forma de discriminação,
incluindo contra a nacionalidade. Você tem
que garantir a possibilidade de uma vaga antes
de vir ao Reino Unido. Parece trabalhoso, mas
os salários são tão atrativos
que pode valer a pena investir nisso. Por falar
em gastos e investimentos, é possível
que você tenha ainda que pagar taxas de
inscrição no conselho profissional
de sua área para poder atuar.
Além disso, para médicos, enfermeiros
ou dentistas, existem vagas espalhadas por todo
o Reino Unido que eles não conseguem preencher
com a mão-de-obra local. Mas para começar
a trabalhar você precisa passar por uma
espécie de treinamento e provar que, além
de qualificado para exercer sua profissão,
você é capaz de se comunicar bem
em língua inglesa. E não só
de boa gramática esse conhecimento se sustenta.
Se um paciente disser, por exemplo “I’d
like to spend a penny”, não ajuda
em nada você traduzir ao pé da letra
e entender que ele quer gastar um centavo –
o cidadão está tentando te dizer
em outras palavras que está com vontade
de ir ao banheiro.
A permissão para trabalhar no Reino Unido
é, inicialmente, restrita ao tempo de treinamento,
mas existem formas de estender essa temporada
caso você tenha emprego garantido no fim
do período. O mais fácil é
que tudo seja feito enquanto você estiver
ainda no Brasil, inclusive pedindo um “Entry
Clearance”, uma espécie de visto
prévio que deve ser fornecido pelo Consulado
Britânico no Rio de Janeiro.
Caso você deixe para pedir a permissão
de entrada quando chegar ao país, vai ter
que ter todos os documentos em mãos, e
ainda convencer o funcionário da imigração
de suas qualificações. O que não
é fácil, como bem sabe Alex Santos,
dentista que trabalha atualmente como garçom.
“Eu cheguei aqui em 2000 com os papéis
todos na mão e pedindo autorização
para trabalhar como dentista, mas eles disseram
que eu deveria ter dado entrada ao processo enquanto
eu estava ainda no Brasil. Por sorte me deram
um visto de turista que depois eu troquei pelo
de estudante”, explica.
Para
médicos, o primeiro passo é se registrar
com o General Medical Council, o órgão
que regulamenta essa profissão no Reino
Unido. Em seguida, você precisa passar num
exame de inglês, chamado International English
Language Testing System (mais conhecido pela sigla
IELTS, é o mesmo exigido por universidades)
e só então o exame que vai medir
a sua capacidade de entender e utilizar os termos
técnicos que fazem parte do dia-a-dia da
rotina na área de saúde. Esse exame
chama-se Professional and Linguistic Assessment
Board (PLAB) e você pode ter permissão
de moradia no Reino Unido por até 18 meses,
para tentar passar por esse teste.
Passadas essas três provas, o curso de treinamento
deve ser em um hospital ou em um centro de saúde
comunitário. Para isso, você vai
receber um visto de três anos, mas caso
você esteja estagiando como especialista
outros quatro anos de permissão podem lhe
ser garantidos – ainda assim, você
precisa mostrar que planeja deixar o Reino Unido
no fim de seus estudos.
Todo esse processo custa algumas libras. Para
se registrar, a taxa é de £ 200,
e cada fase to PLAB também custa uma pequena
fortuna, entre £ 145 e £ 430. Para
se candidatar a esse tipo de visto, você
precisa preencher e mandar o formulário
para o Immigration
and Nationality Directorate, caso você
esteja no Reino Unido, ou para o Consulado
Britânico no Rio de Janeiro. Todos os
documentos exigidos precisam ser originais.
Dentistas, em especial, serão muito bem
vindos a partir do ano que vem, quando entra em
vigor mudanças no sistema nacional de saúde
– o NHS (National Health Service) vai ser
responsável por garantir assistência
dentária em todas as comunidades –
até então, dentistas faziam o trabalho
independentemente do órgão. Segundo
o próprio NHS, isso deve aumentar e muito
a oferta de empregos para salários que
variam de £ 42.355 a £ 57.565 por
ano.
O órgão que regulamenta a área
de odontologia no Reino Unido é o General
Dental Council (GDC), onde você deve
se registrar se quiser trabalhar no Reino Unido.
Para profissionais vindos de países que
não fazem parte da Área Econômica
Européia, como é o caso do Brasil,
é necessário passar por um exame
de qualificação internacional (International
Qualifying Exam) antes de fazer o registro.
Existem duas formas de registro. O “full
registration” é o que te autoriza
a trabalhar no Reino Unido sem nenhuma restrição,
e você pode garantir isso caso tenha um
diploma reconhecido ou passe nos exames necessários.
Já o “Temporary Registration”
garante a oportunidade de trabalhar no Reino Unido
por um período e em vagas limitados, e
não requer mais testes. Para conseguir
a autorização plena, é preciso
ser aprovado em exames do IELTS e “International
Qualifying Examination”.
Uma vez que o registro é aceito, você
recebe uma licença que lhe dá o
direito de trabalhar com pacientes do sistema
nacional de saúde, seja como um dentista
assalariado ou para abrir um consultório
independente. Desde que, claro, você passe
no International Qualifying Examination (IQE),
que acontece algumas vezes no ano e consiste em
uma prova escrita e prática dividida em
três partes. Existem cursos que preparam
os candidatos especialmente para essa prova.
Enfermeiros: quando você se registra no
Nursery and Midwifery Council (NMC), você
recebe um número de referência e
uma identificação pessoal que devem
ser apresentados quando você se candidata
a um work permit. O órgão vai se
certificar de que a qualificação
que você tem é equivalente ao que
é exigido no Reino Unido, mas provavelmente
você vai precisar ainda completar um período
de prática sob supervisionamento, que dura
de três a seis meses e que acontece em um
dos estabelecimentos autorizados pelo conselho.
Isso deve estar detalhado na carta que você
vai receber do NMC depois que se candidatar a
uma vaga. Caso você seja bem sucedido nesse
treinamento, você ganha o registro de autorização
para trabalho.
A maneira mais fácil é, no entanto,
entrar como estudante de enfermagem. Para isso,
você precisa providenciar matrícula
em um curso em uma instuição de
ensino de enfermagem que seja devidamente reconhecida.
Você tem que mostrar que não pretende
trabalhar de outra forma que não na área
de enfermagem. O seu visto inicial vai ter duração
de acordo com o tempo de curso. Você pode
estudar por até quatro anos com esse tipo
de visto, sendo que ele deve ser renovado a cada
ano.
Por
causa do baixo número de profissionais
da área no Reino Unido, essa é uma
profissão valorizada no país. Cerca
de 30% dos trabalhadores em enfermagem são
contratados fora do Reino Unido. O salário
inicial de um enfermeiro ou enfermeira começa
em £ 16.000 por ano, embora a média
de pagamento fique em torno de £ 19.000
a £ 20.000. Para enfermeiros experientes,
a média salarial é entre £
29.000 e £ 30.000. Mas isso pode chegar
a ainda mais, dependendo da cidade em que se trabalha
(em Londres, por exemplo, enfermeiros ganham £
3.000 a mais), horário e outros acordos
com o empregador. Nada mal.
Todos os formulários necessários
podem ser encontrados no site
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(Sandwich
Artist) Balconista de Lanchonete
Tudo é muito fácil, desde conseguir
um emprego até a hora de se virar para
entender a clientela. Afinal, a rotatividade nessa
área é muito grande, sempre tem
alguém largando o emprego por ter encontrado
algo mais interessante. E entender o vocabulário
básico é facílimo, aliás,
Big Mac aqui e no Brasil são a mesma coisa.
Além do Mac Donald’s, outras grandes
cadeias multinacionais de fast-food são
a salvação da brasileirada que não
fala ainda um inglês satisfatório
– Burguer King, KFC e Subway são
algumas delas.
O emprego de “Sandwich Artist” na
Subway de Portobello Road caiu do céu para
Karine Junqueiro, que veio de Florianópolis
para Londres há quase quatro meses e ainda
não entende bem o inglês, mas ela
confessa que o início foi doloroso. “Eu
vinha para cá chorando”, conta ela
lembrando os primeiros momentos. ”Foi bem
nas vésperas do carnaval e eu me sentia
toda perdida”. Mas com um mês no trampo,
ela já está acostumada e até
nem pensa em desistir mais, “tirando a parte
de lavar os pratos!”, deixa bem claro.
Tudo é muito fácil em cadeias de
fast-food, que seguem normas e rotinas mundialmente
estabelecidas. Mas isso não quer dizer
que o trabalho é moleza, ao contrário,
não se pára um minuto, num trabalho
quase mecânico. Quando não tem ninguém
para atender, tem sempre alguma preparação
de comida, no caso da Subway, cortar vegetais,
distribuir os alimentos nos vasilhames, fazer
o pão, limpar as áreas de dentro
e fora do restaurante e lavar o que tem na pia,
entre assadeiras usadas e containers. Mas como
tudo é feito em equipes, o trabalho normalmente
é dividido de forma igualitária,
o que torna tudo mais fácil.
Para descolar um desses, tem que visitar loja
por loja, o que não é tão
difícil, já que em Londres existe
um restaurante de fast-food em cada esquina. Comece
com os mais perto de sua casa, já que eles
dão preferência para moradores locais,
mas invista também nos que estão
perto de sua escola e dos lugares que você
passa freqüentemente. Preencha application
forms e, se tiver uma oportunidade, converse com
o gerente. Assim que surgir uma vaga, você
deve ser chamado para um treinamento e logo começa
a trabalhar. No mais, é aprender o vocabulário
básico – tomatoes, onions, green
peppers, eat in or take away, e por aí
vai.
O pagamento não é lá grandes
coisas, mas se ganha alguns centavos a mais que
o salário mínimo na Inglaterra.
É praticamente o mesmo que trabalhar em
um pub, com a desvantagem de que não existem
gorjetas nesse ramo. Outra vantagem? Você
tem direito a fazer uma refeição
lá, e o sanduíche sai exatamente
do jeitinho que você quer!
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(Barman
ou Barmaid) Garçom
A frase lhe parece familiar? Pois é, você
já deve tê-la dito ou escutado um
montão de vezes, mas será que você
já a escutou estando do outro lado do balcão?
Uma das opções para a moçada
que está vindo estudar e trabalhar em Londres
é o concorrido trabalho de barman ou barmaid.
O nome até soa interessante, porém,
prepare-se. O trabalho é puxado e o começo
é um tanto duro. Principalmente porque
os ingleses fazem algumas misturas que para nós
são um tanto estranho, e, além do
mais, existem alguns termos que são desconhecidos,
por exemplo, cerveja aqui é pedida como
‘pint’ ou ‘half pint’,
ou seja, a medida do copo em que ela é
servida. Ou pode ser chamado também de
“larger”, o tipo.
Os pubs geralmente servem 3 tipos de cerveja:
lager (a cerveja clara), ale ou bitter (uma cerveja
avermelhada que é servida à temperatura
ambiente) e Guiness ou stout (uma cerveja escura).
E também é quase popular a Cider,
nossa conhecida Cidra.
O trabalho de barman é dividido por shifts,
ou se você preferir, períodos de
trabalho. O começo do dia geralmente envolve
preparar o bar para os clientes, em outras palavras,
limpar, abastecer as bebidas na geladeira, etc.
A maioria dos pubs abre às 11horas da manhã,
e fecha às 11 da noite.
Listamos aqui alguns termos que farão parte
do seu dia-a-dia:
- till : caixa registradora
- wages: salário
- lager top: ¾ de cerveja clara, ¼
de limonada
- shandy: ½ de cerveja clara, ½
de limonada
- spritzer: um copo médio de vinho branco,
completado com água com gás ou limonada
- sparking water: água com gás
- still water: água sem gás
- snakebite: cidra com blackcurrant (ás
vezes com um pouco de cerveja clara também)
- Bottle up: Re-abastecer as geladeiras com as
bebidas
- Tip: Gorjeta
- Guiness: Cerveja Preta. Para prepará-la,
você deverá encher ¾ do copo,
esperar a bebida assentar por mais ou menos 1
minuto. Completá-lo e servir.
- Bayleys: uma espécie de licor irlandês.
A maioria das pessoas geralmente prefere com gelo.
A medida certa a ser servida é de 50ml.
Lembre-se: pelas leis inglesas, você não
poderá servir bebida alcoólica a
menores de idade e, se alguém estiver embriagado,
você tem o direito de se recusar servi-lo.
Isso é, na verdade, aconselhável,
pois se ele cair e se machucar dentro do bar,
o pub é responsável pelo acidente.
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(Butler
) Garçom Pelado
Se você é rapaz maior de idade de
corpo atlético, é cheio de simpatia
e não tem nem um pouco de vergonha, esse
é o emprego que lhe faltava!
Procuram-se rapazes atraentes e atléticos,
inteligentes e charmosos, com muita personalidade,
e principalmente, bastante desinibidos. O salário
pode chegar a mais de £ 20 por hora, e o
trabalho em si é a maior moleza: servir
champanhe ou canapés em festas, abrir a
porta para os convidados, sorrir e coisas do gênero.
O pequeno detalhe é que o uniforme não
passa de uma gravata borboleta e um avental um
tanto quanto decotado, sem nada por baixo. Isso
mesmo, os rapazes do Butlers in the Buff trabalham
pretty e pelados em festas que variam de despedida
de solteiro a aniversários de vovós.
"A gente oferece um serviço que faz
de qualquer festa algo excitante e inesquecível”,
é como o diretor de operações,
Will Jones, explica a essência da empresa,
que é descrita como uma 'male order company'.
O
criador da Butlers in the Buff, Jason Didcott,
teve a idéia quando estava tentando economizar
uma grana para fazer universidade, há mais
de três anos atrás. Tendo um corpo
de fazer inveja, um estilo especial conquistado
nos tempos em que foi marinheiro e ainda um certo
talento para fazer faxina e passar roupa, ele
decidiu juntar as três coisas em um emprego
só, oferecendo seus próprios serviços
de mordomo pelado.
A empresa começou com ele e mais um amigo
apenas, mas a procura pelo serviço tem
mostrado crescimento constante, uma vez que qualquer
estação do ano pode ser uma desculpa
para contratar um mordomo pelado. Os rapazes do
time são ideais para dar um clima de verão
em noites quentes ou esquentar o ambiente em noites
de inverno. Eles podem trabalhar sozinhos ou em
grupos, como mordomos ou garçons, em pequenas
recepções ou em grandes festas,
a depender do gosto do freguês. A empresa
rapidamente cresceu e hoje fornece Mordomos-garçons
pelados cerca de cem eventos por mês, em
Londres e outras cidades do Reino Unido.
A idéia, no entanto, não é
e nem nunca foi a de oferecer serviços
sexuais, mas de divertir uma platéia de
mulheres que gostam do fato de ter um cara bonito
servindo drinks, desfilando seminu com bandejas
ou lavando os pratos. Dentre as instruções
que o candidato a butler recebe durante o treinamento,
uma delas é deixar bem claro que o trabalho
não passa disso. Nada impede, no entanto,
que vez por outra uma convidada mais assanhada
tente puxar as tirinhas do avental, deixando o
butler numa situação complicada,
mas na maioria das vezes, a brincadeira para por
aí.
O jeitinho brasileiro
Segundo o piauiense David Freitas, que mora em
Londres há 8 anos e é o representante
brasileiro no Butlers, dá para se divertir
bastante, mas não se pode contar com isso
como emprego. “Se fosse com mais freqüência
daria pra fazer uma boa grana, mas infelizmente
é apenas um bico, eu faço mais ou
menos 4 trabalhos durante o mês, que variam
entre uma e duas horas cada”. Ele tem trabalhando
com eles há quase cinco meses, e divide
o tempo entre o Butlers, outro emprego e a faculdade
de Relações Internacionais.
“Minha primeira vez foi muito legal, eu
trabalhei com um outro butler que já havia
feito outros trabalhos para a companhia em uma
despedida de solteiro, e me diverti apesar de
estar um pouco nervoso, eu suei muito, mas mantive
a calma e foi Legal “, conta. Mas para se
sentir confortável em uma situação
dessas, é importante que a pessoa seja
bastante confiante em relação ao
próprio corpo e não tenha inibições
na hora de tirar a roupa. E que tenha desenvoltura
na hora de lidar com uma situação
que está preste a sair do controle”.
Em uma das festas uma das velhotas queria pegar
no meu órgão genital mais eu não
deixei, mas ela não tirava a mão
da minha bunda “, conta David”.
Aplicando para uma vaga
De tempos em tempos, Butlers in the Buff organiza
audições para recrutar novos membros
ao time, mas eles estão sempre abertos
para aplicações por parte de rapazes
de todas as nacionalidades e dos mais diversos
backgrounds culturais, o que fazem dos brasileiros
bons candidatos em potencial. O processo de contratação
é relativamente simples, e o jeitinho brasileiro
de atender aos clientes, segundo Will Jones, tem
sido muitíssimo bem recebido.
Primeiro você entra em contato com a empresa,
falando um pouco sobre a sua pessoa, idade, experiência
e informações que você acha
que podem ser úteis, assim como onde você
ouviu falar a respeito deles. Você não
precisa ser nenhum Brad Pitt – embora precise
ter uma boa aparência, é a sua personalidade
que importa mais. É preciso mandar também
uma foto recente, onde os seus ‘dotes’
estejam claros – mas não precisa
ser pelado! De sunga com um belo bronze na praia
certamente já causaria a impressão
desejada. As fotos devem ser enviadas por e-mail,
em arquivos menores que 300kb.
Tendo recebido e aprovado a sua aplicação,
o time deve te contactar para um encontro rápido,
de mais ou menos 20 minutos, onde você vai
tomar conhecimento de tudo que o trabalho envolve.
Nessa fase, você precisa levar passaporte
ou uma outra forma de identificação.
Em seguida, eles vão tirar as fotos que
serão anexadas á seu perfil básico,
que vai ajudar a empresa a te encaixar nos trabalhos
encomendados. Eles deixam bem claro que as informações
fornecidas são básicas – algo
que alguém saberia sobre você em
uma conversa de bar de três minutos.
O terceiro passo é receber um telefonema
dentro de um ou dois dias confirmando a entrada
no time, tirar a roupa e colocar a mão
na massa!
Agora se você, leitora curiosa lendo essa
matéria apenas para rapazes, está
planejando uma festa e pretende dar esse toque
especial, contratar um bluter não é
barato. O preço por uma hora para cada
mordomo é cerca de £ 50, mas isso
pode ser negociado, já que a empresa faz
pacotes de acordo com a necessidade do cliente.
Que tal tentar?
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(Compro
Cleaner) Como não poderia faltar a criatividade
brasileira
Dentre as oportunidades de ganhar uma grana extra
em Londres, uma tem provocado polêmica:
é legal brasileiro vender ajuda para outro
brasileiro?
Imagine a cena: brasileiro recém chegado
em Londres, sem ainda falar o básico do
Inglês, desesperado em busca de emprego.
Em busca de ajuda entre a comunidade brasileira,
ele encontra alguém com uma vaga para oferecer.
Mas com o seguinte detalhe: ele vai ter que pagar
– e muitas vezes muito caro, para ter o
direito à informação. Ainda
que seja ela de que o emprego está ali
na esquina. Esse é um fenômeno que
já vem acontecendo há algum tempo
em Londres.
Outros anúncios oferecem auxílio
para abertura de conta bancária, obtenção
do comprovante de residência. A diferença
entre esses e outro anúncio qualquer de
oferta de serviço é apenas uma:
pagar por informação.
Do outro lado, tem o desespero de brasileiros
ao ver o dinheiro acabando, e inspirados por anúncios
de compra, acabam oferecendo dinheiro por alguma
vaga. É o caso de um brasileiro, em Londres
há quatro meses dentre os quais apenas
um trabalhado, que chegou a colocar anúncio
oferecendo 100 libras por qualquer vaga. Perguntado
se não tem medo de perder o dinheiro e
não pegar o emprego, ele diz que está
tentando fechar um negócio prevenido, “claro
que sei que tem muito picareta aí, eu só
vou pagar depois de ter emprego garantido, mesmo
porquê conheço gente que caiu em
golpe”. O mesmo pensa um advogado, que largou
tudo no Brasil para viver em Londres. Logo nas
primeiras semanas, em Oxford Street, foi parado
com a oferta de trabalho. “Quando eu disse
que pagaria com minha primeira semana de trabalho,
o cara desistiu de me passar à vaga”.
Informações a La Carte
“Compro cleaner, se paga bem”. A primeira
vez que a brasileira viu um anúncio como
esse, estranhou a proposta. “Eu pensei que
estavam vendendo um aspirador ou coisa assim,
quem ia querer comprar um aspirador usado?”,
mas hoje a estudante dá risada da própria
inocência. Ela ligou por curiosidade e descobriu
o que era o serviço: brasileiros que estão
voltando para Brasil passam o serviço de
faxina para outros brasileiros que estão
procurando emprego. Mas isso, claro, com um precinho
a combinar.
Outra brasileira, que mesmo com cidadania européia
não está conseguindo emprego, explica
como funciona o esquema. Normalmente, quando a
pessoa que trabalha com faxina deixa o emprego
em alguma casa onde já conquistou a confiança
da família, tem a oportunidade de recomendar
quem vai substituir no trabalho. E é essa
informação que é vendida.
“O preço depende, se trabalho rendia
50 libras por semana, é isso o que vou
ter que pagar”, explica a brasileira que
está à procura de uma vaga, depois
que o irmão conseguiu um trabalho pelo
mesmo esquema.
Um dos anúncios em especial publicados
nos Classificados do Oi Londres causou uma certa
polêmica entre os internautas. Era sobre
o serviço de auxílio para abertura
de conta bancária, oferecida por outro
brasileiro, cujo anúncio recebeu algumas
respostas em público. A primeira veio na
forma de um anúncio sugerindo que os brasileiros
se unissem e não pagassem por informação
a outros brasileiros como forma a não ajudar
a “manter estes parasitas”. Cada um
tem o seu ponto de vista. Mas o que há
de legal ou ilegal em cada serviço oferecido?
O brasileiro, que mora em Londres há 13
anos, explicou que não faz nada que contrarie
as leis. O trabalho dele, que é feito através
de uma empresa aberta há oito meses, é
de consultoria. Ele age como intermediário
entre o brasileiro e o banco, tanto ajudando na
tradução de Inglês para Português
e vice-versa quanto, na obtenção
dos documentos requeridos pelo banco. “Tudo
dentro da legalidade, por exemplo, eu não
aceito trabalhar para quem não tem visto,
nem mesmo passaporte de outros países da
comunidade, já que eu não tenho
conhecimento se é verdadeiro ou não”.
Em troca, ele cobra honorário, uma taxa
fixa pelos serviços prestados, depois de
tudo feito.
Desde que não quebre nenhuma lei, vender
vaga ou oferecer serviços de orientação
não é algo ilegal. Mas você
tem que ficar atento às condições
com que esse serviço é feito. É
preciso também observar se a vaga a ser
vendida está passando diretamente de quem
trabalhou lá para quem está interessado
em comprar. Normalmente intermediários
ficam com a maior partes do dinheiro negociado,
e nunca garantem que tudo vai dar certo no emprego
vendido. Nunca pague apenas por informação,
vá com a pessoa conhecer o futuro empregador.
E claro, tenha certeza de que a pessoa que está
oferecendo um conselho é capacitada e tem
realmente informações para tanto.
Topo
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Japão

Suzuki
Motos - Fabricação de motos de 50cc
a 1.500 cc e motor de popa até E250 HP
Murata - Produção de condensadores
de cerâmica (operação de máquinas)
Fabricação e inspeção
de telas de cristal líquido.
Montagem de auto-peças.
Operador de máquinas
Reciclagem em geral – separar os materiais
como plástico, madeiras e outros na esteira,
tirar os pregos da madeira etc
Montagem de placas de computador (kiban).
Não
deixe de abrir uma conta
bancaria
Topo |
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